Eduardo Souza analisa queda do CAV na Copa do Brasil: “Tivemos chance” 

Técnico da Pantera Alvinegra ainda viu roteiro repetido em relação aos jogos da Série A2; CAV é o 11º colocado. Neste sábado (9), o time joga contra o Santo André, às 16h, no estádio Bruno José Daniel, em Santo André. 

Apesar dos cinco jogos na temporada e nenhuma vitória pelo Campeonato Paulista Série A2 abalar o humor da torcida da Pantera Alvinegra, nem por isso o Votuporanguense deixou de criar e envolver o Ypiranga-RS, ontem (6), pela primeira fase da Copa do Brasil. O problema é que a trave (três vezes) e os goleiros Gritti e Deivity seguraram o CAV, e o time gaúcho acabou levando a vitória com um gol no início do segundo tempo.

Em coletiva após o jogo, o técnico Eduardo Souza lamentou as chances perdidas e ainda comparou a atuação de ontem com a campanha do time na A2 do Campeonato Paulista. A equipe cria, mas a bola teima em não entrar, na visão do técnico. 

“- Tivemos a oportunidade de fazer o gol primeiro, infelizmente não conseguimos. Sabíamos que o adversário jogaria por uma bola. Se nós tomássemos o gol, o jogo se transformaria no que eles queriam: baixar as linhas e fazer cera. Você tem que abrir a equipe e correr perigo. Mesmo assim tivemos seis, sete chances claríssimas de gol. Mesmo roteiro de todos os jogos, tivemos chance e a bola não entrou.” 

Fora da Copa do Brasil, o Votuporanguense agora volta as atenções para a Série A2. A equipe tem apenas quatro pontos em cinco partidas, todos originados em empates. Neste sábado (9), o CAV 11º colocado, joga contra o Santo André, às 16h, no estádio Bruno José Daniel, em Santo André/SP. 

Pontos da coletiva de Eduardo Souza, o Dorita

Saída contestada de Cristiano? “- Optamos por jogar com dois centroavantes. O Léo Santos vinha fazendo a diferença pela velocidade, optamos por deixar ele no banco. E tinha a opção de tirar ou o Cristiano ou o Bruno e optamos pelo Cristiano. Infelizmente o Léo não ficou nem um minuto com 0 a 0, no tiro de meta tomamos o gol. Aí o Belão pediu para sair e tivemos que abrir o time.” 

Pressão no cargo? “- Estou trabalhando todo dia, quem está de fora vê organização. Quem vê não entende porque estamos nessa situação. Mas a gente sabe que é a cultura do futebol. Se for a opção da direção, vamos entender e agradecer. Vamos continuar trabalhando e levantar a cabeça.” 

FOTO: Reprodução | Miguel Schincariol  

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