A família de um aluno da EMEI Dercílio Joaquim de Carvalho, em Jales, cobra esclarecimentos sobre um acidente ocorrido dentro da unidade escolar e questiona as diferentes versões apresentadas pela escola sobre o caso.
Segundo os responsáveis, no dia 23 de julho, ao buscarem o filho na escola, foram informados por uma educadora de que a criança havia corrido, caído e cortado a boca. No entanto, ao chegar em casa, os pais perceberam que os ferimentos eram mais graves do que o informado. O menino estava com sangue seco no rosto, um dente quebrado, outro dente mole e os dois dentes da frente separados, indicando um forte impacto.
De acordo com a família, no dia seguinte, 24 de julho, a criança ainda apresentou sonolência e episódios de vômito, o que aumentou a preocupação com seu estado de saúde.
Em busca de esclarecimentos, os pais procuraram a direção da escola. Conforme relatam, a diretora informou que, segundo o registro feito pela cuidadora no livro de ocorrências, duas crianças teriam caído sobre o menino, versão diferente da que havia sido repassada à família no momento da saída da escola.
Ainda segundo os familiares, a diretora afirmou que conversaria com a cuidadora para esclarecer o ocorrido. Posteriormente, porém, teria informado que possuía problemas mais urgentes para resolver, sem apresentar novos esclarecimentos sobre o acidente ou informar quais providências foram adotadas pela instituição.
Diante da divergência entre as versões e da gravidade das lesões sofridas pela criança, a família pede a apuração completa dos fatos, esclarecimentos por parte da escola e a adoção das medidas cabíveis. Até o momento, a direção da unidade não se manifestou publicamente sobre o caso. Arthur Wiliam












