Adestrador orienta sobre o comportamento de animais de estimação com crianças

Segundo adestrador, é necessário tornar o processo de adaptação positivo, sem mudar a rotina da família.

A chegada de um bebê na família pode trazer dificuldades na adaptação dos animais de casa com a criança.

É o caso de Graziele Ferreira Amaral Ordonio, que tem um cachorro há mais de um ano e, quando teve o filho, ficou preocupada com a adaptação entre eles.

“A gente percebia que ele ficava mais isoladinho, triste, chateado. Eu achava que nada ia mudar, mas mudou sim porque meu filho precisava de mim 24 horas. A questão da adaptação foi bem complicada e automaticamente a minha atenção para o Bono foi menor”, diz.

De acordo com o adestrador Alexandre Cândido Ferreira, em casos como este é necessário tornar o processo de adaptação positivo, sem mudar a rotina da família.

“A gente orienta a fazer algumas simulações. A criança chora, movimenta os bracinhos, e os movimentos e o ruído do choro podem estimular a curiosidade do cão. Se os pais fizerem uma simulação antecipada, como balançar o carrinho, pode fazer com que o cão fique calmo quando a criança estiver na casa”, explica.

Ainda segundo o adestrador, mesmo com a criança na casa, é importante continuar interagindo com o cão. “É necessário continuar tendo o contato, brincando, interagindo com o cão para que ele não sinta que coisas negativas venham junto com a criança”, afirma.

Graziele afirma que, atualmente, o cão ainda sente ciúmes da criança, mas é mais protetor. “Eu espero que quando meu filho crescer, ele seja bem companheiro do Bono. Eu acho que, com a convivência desde pequeno, eles vão ser bons amigos.”

FONTE: Informações | Mundo PET/G1

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