A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo deu início à aplicação da Prova Paulista do 3º bimestre, avaliação que deve reunir cerca de 2,5 milhões de estudantes entre o 4º ano do Ensino Fundamental e a 3ª série do Ensino Médio. As provas acontecem até sexta-feira em mais de 5 mil escolas públicas espalhadas pelo território paulista. O teste busca mensurar a absorção dos conteúdos previstos no Currículo Paulista, permitindo que os professores identifiquem pontos fortes e dificuldades das turmas para planejar ações de reforço escolar. Além disso, as escolas têm autonomia para utilizar o desempenho na avaliação para compor até 30% da nota do bimestre.
A terceira edição do exame no ano traz como principal novidade a aplicação em formato impresso para os estudantes da 2ª e 3ª séries do Ensino Médio nos Itinerários Formativos, divididos em cadernos por áreas do conhecimento. Já os alunos matriculados em cursos técnicos continuam realizando o teste por meio digital. De forma geral, as avaliações são compostas por questões de múltipla escolha com quatro alternativas no Ensino Fundamental e cinco no Ensino Médio. O cronograma principal segue até quinta-feira, deixando a sexta-feira reservada como um dia extra para repescagem em municípios onde houver feriado municipal ao longo da semana.
A rede estadual também dá continuidade ao projeto piloto de acessibilidade para estudantes elegíveis da educação especial a partir do 4º ano do Ensino Fundamental, aplicado em meio digital para Língua Portuguesa e Matemática. Essa versão adaptada mantém o conteúdo pedagógico original, mas utiliza uma linguagem com enunciados mais diretos, recursos visuais ampliados e suporte pictográfico. As escolas disponibilizam ainda acompanhamento com# Escolas estaduais de São Paulo aplicam Prova Paulista para 2,5 milhões de alunos
As mais de cinco mil escolas da rede estadual paulista realizam nesta semana a avaliação referente ao terceiro bimestre. O exame abrange cerca de 2,5 milhões de estudantes, desde o 4º ano do Ensino Fundamental até o último ano do Ensino Médio, com aplicação programada para ocorrer até sexta-feira.
A principal mudança desta edição afeta os alunos do 2º e 3º anos do Ensino Médio que cursam os Itinerários Formativos. Diferente das edições anteriores, esses estudantes agora respondem ao teste em papel. O material impresso foi dividido em dois cadernos: o caderno Azul abrange as áreas de Matemática e Ciências da Natureza, enquanto o caderno Cinza traz questões de Linguagens e Ciências Humanas. Os testes voltados aos cursos técnicos continuam sendo feitos exclusivamente pelo computador.
O exame traz questões de múltipla escolha adaptadas para cada etapa, apresentando quatro alternativas de resposta para o Ensino Fundamental e cinco para o Ensino Médio. A aplicação regular do teste encerra no meio da semana, mas a sexta-feira foi reservada como uma data de repescagem, garantindo que alunos de municípios que tiveram feriado local não fiquem prejudicados.
Organizada pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, a avaliação serve para medir o aprendizado dos conteúdos ensinados no período. Com os resultados, os professores conseguem identificar os pontos fracos da turma e planejar ações de reforço escolar. O desempenho no exame também pode fazer diferença na pontuação final do estudante, já que as unidades de ensino têm autonomia para utilizar essa nota na composição de até 30% da média do bimestre.
A iniciativa mantém ainda o modelo inclusivo voltado para estudantes da educação especial. Alunos a partir do 4º ano do Ensino Fundamental realizam a avaliação em formato digital adaptado nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Essa versão apresenta frases mais diretas, imagens de apoio e elementos visuais ampliados para facilitar a leitura. Os estudantes elegíveis contam também com apoio presencial durante a aplicação, incluindo professores interlocutores de Libras, ledores, tempo extra de prova e salas reservadas.













