O Procon de São Paulo emitiu um alerta urgente para orientar os consumidores a reforçarem os cuidados ao realizarem pagamentos digitais na internet. A instituição identificou uma nova modalidade de fraude capaz de adulterar as informações do QR Code e do código “copia e cola” do Pix exibidos nas telas de encerramento de compras de sites de e-commerce, direcionando o dinheiro para a conta de golpistas.
Para evitar prejuízos, o órgão de defesa do consumidor ressalta que verificar apenas o valor final da transação não é suficiente. Antes de confirmar a operação no aplicativo do banco, é indispensável checar se o nome e o CNPJ do destinatário final batem exatamente com a razão social da loja ou da empresa responsável pelo processamento do pagamento. Caso os dados apresentados pela instituição financeira sejam desconhecidos ou divergentes da marca onde o produto foi escolhido, a orientação é cancelar o procedimento imediatamente.
Na hipótese de a vítima constatar a fraude após ter concluído o Pix, a recomendação é contatar de imediato o próprio banco para registrar a contestação da transferência e solicitar o bloqueio por meio do Mecanismo Especial de Devolução (MED 2.0). A regra atualizada pelo Banco Central estendeu de 30 para 80 dias o prazo máximo para que consumidores e estabelecimentos consigam acionar o protocolo de devolução de valores em casos de fraude ou transações equivocadas.













