Justiça inocenta acusado de tentativa de homicídio no Pró-Povo 

Crime aconteceu no dia 8 de dezembro de 2017, na rua Rio Colorado. 

Na tarde desta sexta-feira (31), o Conselho de Sentença julgou e absolveu Daniel Pereira Pinheiro, acusado de tentar matar Thiago Rocha Pires com seis golpes de adaga, na rua Rio Colorado, no bairro Pró-Povo, zona norte de Votuporanga/SP, no dia 8 de dezembro de 2017. 

O Tribunal do Júri teve início às 9h e terminou por volta das 15h, no Fórum desta Comarca, sendo este presidido pelo juiz de Direito, Jorge Canil. Réu estava preso desde o dia 29 de dezembro daquele ano, quando a prisão temporária, se tornou preventiva.   

Durante a leitura da sentença, o juiz disse que o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade, mas negou a autoria da tentativa de homicídio. “A partir da decisão dos jurados, negando que o réu tenha sido o autor da tentativa de homicídio contra Thiago, fica o conselho de sentença impedido de efetuar o julgamento do crime”, salientou. 

O Meritíssimo, ainda falou que em relação ao furto do celular, a própria vítima não soube dizer se foi Daniel quem subtraiu o objeto e que nenhuma testemunha se referiu a esse fato. “Com base na votação dos jurados, absolvo Daniel, nos autos qualificados, no que concerne à tentativa de homicídio. Absolve-se também o réu, por não haver prova suficiente para condená-lo pelo crime de furto”, finalizou. 

O Crime 

Homicídio tentado ocorreu durante a madrugada do dia 8 de dezembro de 2017, na rua Rio Colorado, no bairro Pró-povo, em Votuporanga/SP, quando segundo informações, à vítima estacionava sua motocicleta pelo local, sendo abordado por um indivíduo que teria se aproximado e começou a conversar.  

Em dado momento, o acusado desferiu golpes de adaga contra o mototaxista, que atingiram a perna esquerda, as costas e tórax, fugindo logo em seguida.  

Thiago foi socorrido pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado para à Santa Casa.  

Após investigações, o réu foi preso pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais), 21 dias depois, próximo ao local do crime. Desde então, Daniel permanece detido, já que sua prisão temporária posteriormente se converteu em prisão preventiva. 

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