Candidato a deputado estadual Danilo Campetti visitou esta semana ao lado de autoridades a obra que criará 104 leitos; Unidade será referência para 53 municípios
O Hospital Materno-Infantil de Votuporanga avança para uma nova etapa de construção e começa a ganhar forma. Com 98% da fundação executada, a obra iniciou recentemente a montagem da macroestrutura, tornando cada vez mais visível o projeto que representa uma importante conquista para a saúde de Votuporanga e de toda a região.
Construído em área anexa à Santa Casa de Votuporanga, o novo hospital terá mais de 7,9 mil metros quadrados, distribuídos em quatro pavimentos, com 104 leitos, sendo 30 destinados às UTIs Neonatal e Pediátrica, além de três salas cirúrgicas e três salas de Parto, Pré-Parto e Pós-Parto (PPP). A unidade também contará com uma UTI Pediátrica com dez leitos, estrutura inédita na região. O investimento estimado é de quase R$ 50 milhões.
O projeto, que contou com a articulação do deputado Danilo Campetti, foi anunciado pelo governador Tarcísio de Freitas em outubro de 2025, em agenda que contou com a presença do prefeito Jorge Seba, do então secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, e do provedor da Santa Casa de Votuporanga, Amaro Rodero. A Santa Casa será responsável pela gestão da unidade, com participação da Unifev na parceria para implantação do hospital.
A construção do Hospital Materno-Infantil é resultado de uma demanda apresentada pelo prefeito Jorge Seba ao Governo do Estado. Em março de 2025, o prefeito se reuniu com Tarcísio de Freitas para apresentar demandas de Votuporanga nas áreas de infraestrutura, saúde e educação. O encontro foi intermediado por Danilo Campetti, que também participou da reunião.
“Acompanhar o Hospital Materno-Infantil avançando para uma nova etapa é motivo de muita satisfação e, principalmente, de orgulho. Desde o início, levamos essa demanda ao Governo do Estado porque sabíamos da importância de Votuporanga contar com uma estrutura desse porte para cuidar de mães, bebês e crianças de toda a região.
Hoje, ver a obra avançando e a macroestrutura começando a tomar forma mostra que aquele pedido se transformou em uma realidade concreta. Estamos construindo muito mais do que um prédio. Estamos construindo uma nova referência para a saúde materno-infantil, com serviços que nossa população aguardava há muito tempo e que vão permitir que muitas famílias encontrem aqui, perto de casa, o atendimento de que precisam.
Essa é uma conquista construída por muitas mãos, com o Governo do Estado, a Prefeitura, a Santa Casa, a Unifev, a Câmara Municipal e todos os parceiros que acreditaram nesse projeto. Tenho muito orgulho de ter participado dessa história e de saber que esse hospital ficará como um legado para Votuporanga e para toda a região”, afirmou o prefeito Jorge Seba.
Prefeitura participa diretamente da viabilização
A Prefeitura de Votuporanga participa diretamente da viabilização do Hospital Materno-Infantil, tanto na articulação para implantação do projeto quanto na destinação de recursos e na disponibilização da área para construção da unidade.
Em 2026, a Câmara Municipal autorizou o Poder Executivo a transferir R$ 19,5 milhões à Santa Casa de Votuporanga, com recursos do Fundo Municipal da Saúde, destinados à construção do Hospital Materno-Infantil. O Município também viabilizou a utilização de área pública anexa à Santa Casa para implantação do hospital. Em maio deste ano, foi autorizada por lei a doação da área à instituição, com finalidade específica para a construção da unidade.
A implantação do hospital também reúne a participação da iniciativa privada. Em abril deste ano, a Facchini anunciou a doação de R$ 5 milhões para a construção do Hospital Materno-Infantil, ampliando a mobilização de diferentes setores da cidade em torno do projeto.
Estrutura para atender toda a região
A dimensão do Hospital Materno-Infantil também está relacionada ao seu alcance regional. A unidade será referência materno-infantil da Rede Alyne para 53 municípios do noroeste paulista, ampliando a oferta de atendimento especializado e reduzindo a necessidade de deslocamento de famílias para outros centros.
Com 104 leitos, estrutura cirúrgica, atendimento materno-infantil e UTI Pediátrica com dez leitos, o hospital amplia a capacidade de atendimento especializado de Votuporanga e cria uma estrutura voltada às necessidades de mães, recém-nascidos e crianças de toda a região.
A parceria com a Unifev também agrega ao projeto uma dimensão de formação profissional, com possibilidade de ampliação das atividades práticas e dos estágios dos cursos da área da saúde, aproximando ainda mais a formação acadêmica da assistência prestada à população.
Para o provedor da Santa Casa de Votuporanga, Amaro Rodero, o avanço da obra representa a concretização de um projeto construído a partir da união de diferentes instituições:
“É uma grande satisfação ver o Hospital Materno-Infantil avançando e, agora, entrando na fase da montagem da macroestrutura.
Esse projeto, anunciado em 2025 e que teve sua pedra fundamental lançada em maio deste ano, representa um investimento de quase R$ 50 milhões, viabilizado pela união de esforços da Santa Casa de Votuporanga, do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura de Votuporanga, da UNIFEV e da participação da Facchini.
São mais de 7,9 mil metros quadrados, quatro pavimentos e 104 leitos, sendo 30 de UTI Neonatal e Pediátrica, além de três salas cirúrgicas e três PPPs.
E, especialmente com a UTI Pediátrica, damos um passo muito importante: ampliar a assistência às nossas crianças e evitar que famílias precisem sair de Votuporanga e buscar atendimento em outras cidades.
É uma obra que representa a força da união de diferentes instituições em torno de um propósito comum: cuidar das pessoas. Um projeto que vai transformar a saúde materno-infantil, fortalecer a assistência de toda a nossa região e deixar um importante legado para as próximas gerações.”
Com a fundação praticamente concluída e a macroestrutura começando a ganhar forma, o Hospital Materno-Infantil passa a ocupar cada vez mais espaço na paisagem de Votuporanga e na perspectiva de futuro da saúde regional. O que começou como uma demanda apresentada ao Governo do Estado já se transformou em uma obra concreta, construída com a participação da Prefeitura, Governo do Estado, Santa Casa, Unifev, Facchini, Câmara Municipal e demais parceiros envolvidos no projeto.













