Mães e famílias atípicas participaram de um momento de diálogo com Danilo Campetti, levando à tona desafios enfrentados todos os dias: demora no diagnóstico, falta de acompanhamento adequado, dificuldade no atendimento e a busca por oportunidades reais de inclusão.
Durante a conversa, os relatos chamaram atenção para uma realidade que muitas famílias conhecem de perto: a luta não acaba no discurso. Ela passa por atendimento humanizado, acesso a especialistas, apoio contínuo e políticas públicas que funcionem na prática.
A pauta das famílias atípicas tem ganhado cada vez mais força e gerado debate sobre o papel dos representantes públicos diante de demandas urgentes, especialmente quando envolve crianças, mães sobrecarregadas e pessoas que dependem de uma rede de apoio eficiente.
Segundo Danilo Campetti, a política precisa estar próxima das pessoas, ouvindo de verdade e assumindo compromissos concretos.
Mais do que lembrar essas famílias em discursos, o desafio é garantir respeito, estrutura e presença constante ao lado de quem enfrenta essa realidade todos os dias.
Porque inclusão não pode ser promessa. Precisa ser ação. Fonte: RN.













