Três homens suspeitos de envolvimento na morte da adolescente Giovana Pereira Caetano de Almeida, de 16 anos, foram presos na tarde desta sexta-feira (15), em São José do Rio Preto. O corpo da jovem foi encontrado enterrado em um sítio em Nova Granada em agosto de 2024, e a Polícia Civil agora trata o caso como homicídio e ocultação de cadáver.
Versões Contraditórias e Prisão
Os mandados de prisão temporária foram cumpridos contra o empresário Gleison Luís Menegildo, o funcionário dele e o caseiro do sítio, Cleber Danilo Partezani. Inicialmente, os suspeitos disseram à polícia que a adolescente teria passado mal após usar cocaína e morrido, e que eles, em desespero, teriam enterrado o corpo. Eles foram presos e liberados após pagarem uma fiança de R$ 22 mil por ocultação de cadáver.
No entanto, a investigação revelou inconsistências nos depoimentos. A polícia apurou que o empresário já conhecia a adolescente de um aplicativo de relacionamento e que as circunstâncias da morte eram diferentes das versões iniciais. Durante as prisões desta sexta-feira, foram apreendidas armas e drogas na casa do empresário. A defesa dos acusados informou que irá recorrer para que eles respondam ao processo em liberdade.
O corpo de Giovana, que estava desaparecida desde dezembro de 2023, foi sepultado em Votuporanga em fevereiro deste ano, quase seis meses após ser encontrado.












