Superintendente da Saev visita obra de desassoreamento de represa em Fernandópolis

Equipe da Autarquia foi recepcionada pelo Secretário de Meio Ambiente de Fernandópolis para acompanhar o mesmo processo que também deverá ser realizado na Represa Municipal de Votuporanga

Nesta semana, o superintendente da Saev Ambiental, Antônio Alberto Casali e o engenheiro Gabriel Alves Dias Ferreira, responsável pelo Departamento de Engenharia da Saev Ambiental, visitaram a estrutura da Secretaria de Meio Ambiente de Fernandópolis para conhecer o processo do desassoreamento que está sendo realizado na represa Beira Rio. Eles foram recepcionados pelo Secretário Municipal de Meio Ambiente, Luiz Vanzela e sua equipe.

“Nosso encontro foi bastante produtivo, pois foi possível visualizar como está sendo feita a operação na represa Beira Rio e entender melhor sobre as concessões necessárias para que também possamos iniciar o desassoreamento na Represa Municipal de Votuporanga”, afirmou o superintendente da Saev.

Em Fernandópolis, a obra tem como um dos principais objetivos a revitalização de uma importante área ambiental, além de oferecer uma nova opção de lazer para a população. A estimativa é que o desassoreamento em Fernandópolis seja concluído no final de dezembro, início de janeiro.

“Durante essa visita tivemos condições de acompanhar o plano de execução praticado em Fernandópolis para o desassoreamento, e avaliamos que esse tipo de projeto pode ser executado com um investimento bem menor do qual prevíamos inicialmente para as obras na Represa Municipal. O custo benefício é bastante expressivo”, frisou engenheiro da Autarquia.

Represa Municipal
Em meados de julho a Saev Ambiental finalizou o primeiro procedimento técnico para dar início ao processo de desassoreamento da Represa Municipal “Prefeito Luiz De Haro” de Votuporanga. O objetivo final da ação é remover os sedimentos acumulados no fundo da Represa, para o melhor aproveitamento da área e o consequente aumento da capacidade de armazenamento de água potável à população.

Desde a sua inauguração, na década de 1970, a Represa vem sofrendo com o acúmulo de resíduos e sedimentos.

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