Investigação esclareceu uma série de furtos praticados em São José do Rio Preto (SP) entre 2024 e 2026. O suspeito, que é procurado pela polícia, teve ajuda de um comparsa em algumas situações.
A polícia procura por um homem suspeito de cometer uma série de furtos de motocicletas entre 2024 e 2026 em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.
Uma investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) identificou o suspeito como autor de 12 furtos de motos. Um dos crimes foi gravado por uma câmera de segurança. Pela imagem, é possível ver o momento em que o investigado foge com o veículo, em plena luz do dia, acompanhado de um comparsa.
Após a instauração do inquérito policial, os agentes analisaram boletins de ocorrência, imagens de sistemas de monitoramento, informações de plataformas de inteligência e conseguiram chegar à identidade do suspeito, que é considerado foragido.
Segundo a polícia, os furtos praticados pelo investigado tiveram maior incidência na zona sul da cidade, considerada uma área nobre.
Os policiais constataram que o homem já havia sido preso anteriormente por furto e receptação de motocicletas. Após sua saída do sistema prisional, ele voltou a praticar os crimes. Os investigadores também conseguiram traçar como o suspeito agia durante a prática dos furtos mais recentes.
Padrão de atuação
Segundo a polícia, o suspeito escolhia locais com grande concentração de motocicletas, principalmente pontos próximos a estacionamentos comerciais, e, após o rompimento de travas e sistemas de ignição, fugia com os veículos.
Em alguns dos furtos, o homem contou com o auxílio de comparsas que ainda não tinham sido identificados até a última atualização desta reportagem. Em um imóvel desabitado, os investigadores localizaram peças e carcaças de motocicletas furtadas. O local era usado pelos criminosos para ocultar o crime e para o desmanche dos veículos.
Investigações
Além do prejuízo patrimonial, a série de furtos atingiu especialmente trabalhadores que dependiam das motocicletas para o deslocamento e para o próprio sustento. A maioria dos veículos era de baixa cilindrada e, em alguns casos, as vítimas ainda estão quitando as parcelas dos financiamentos mesmo sem poder utilizar as motos.
Com o avanço das investigações, o investigado passa a ser indiciado no inquérito policial. Até a última atualização desta reportagem, ele não havia sido preso.













