qua, 12 de agosto de 2026

Polícia pede prisão de tenente-coronel por morte de esposa PM

A Polícia Civil solicitou à Justiça, nesta terça-feira (17/3), a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. O pedido sucede a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele é o principal suspeito pela m0rte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada b4l3ada na cabeça no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.

A necessidade do pedido de prisão ocorre após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão apresentada pelo oficial – que, desde o início, sustentava que a esposa teria com3tido su1c1di0.

Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde m0rreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de 4rma de fogo, conforme o atestado de ób1to.

Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o t1ro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.

Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de s4ngue na região da cabeça.

Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de s4ngue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores. Fonte: Metrópoles

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