Vítimas de roubos e furtos de joias ou alianças em São Paulo podem recorrer à Polícia Civil para tentar identificar e recuperar seus pertences apreendidos em operações policiais. As peças recolhidas pelos investigadores permanecem sob custódia da instituição até o encerramento definitivo dos processos judiciais e, caso não sejam reclamadas pelos legítimos donos dentro desse período, são encaminhadas para leilão público.
Na capital paulista, o atendimento presencial é realizado na sede do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), situada na Avenida Zaki Narchi, número 152, na zona norte. Os interessados também podem obter informações pelos telefones (11) 2224-0741 e (11) 2224-0388, ou encaminhar mensagens para o e-mail [email protected]. Já nos municípios do interior do estado, os atendimentos ocorrem nas delegacias locais ou nas Delegacias Seccionais da região, onde os itens recuperados passam por pericias técnicas do Instituto de Criminalística.
Para comprovar a posse do objeto, a apresentação da nota fiscal de compra é o caminho ideal, mas a polícia aceita outras formas de prova, como fotografias antigas utilizando a peça, publicações em redes sociais ou extratos bancários que confirmem o pagamento do item. Embora a apresentação do boletim de ocorrência original seja altamente recomendada para agilizar a restituição, a falta do registro pode ser justificada de forma excepcional durante o atendimento.
O processo de restituição envolve um depoimento presencial, a formalização do auto de reconhecimento e a realização de perícia técnica antes da liberação do objeto. As autoridades policiais reforçam a importância de procurar a delegacia com a maior rapidez possível, uma vez que criminosos e receptadores costumam derreter o ouro e os metais preciosos logo após os assaltos, o que descaracteriza a joia e impede sua posterior identificação.













