Ioga on-line se adapta para novo público durante pandemia

Professoras falam sobre aumento da procura por aulas no Brasil e dizem acreditar que interesse pela prática não deve diminuir após quarentena.

A busca na internet por ioga e meditação aumentou no Brasil com a pandemia de coronavírus. Páginas no Instagram, canais no YouTube e aplicativos sobre a prática têm sido ferramentas de auxílio para o controle emocional de muitas pessoas.

A procura é de quem fazia aulas e também dos que nunca ouviram falar em posições como Balasana (postura da criança) ou Trikonasana (Postura do Triângulo).

Segundo dados do Google Trends, a busca por temas relacionados à ioga se tornou crescente desde o dia 17 de março, quando aconteceu a primeira morte por Covid-19 no país. Logo após isso, a procura atingiu pico máximo no dia 28 de março. A busca pela prática variou ao longo do período, mas sempre se manteve em alta.

A análise da ferramenta classifica o interesse da busca que vai até 100 pontos. Antes de 17 de março, ele ficava na média 50 pontos (muitas vezes, abaixo). Depois, se manteve sempre na média dos 75 pontos, atingido o pico em diversos momentos.

O aumento de interesse é visto no crescente número de seguidores nas redes sociais de professores e praticantes famosos e inscritos em canais no YouTube. A plataforma organizou listas com base em vídeos que estão em alta: Yoga Comigo, Medite Comigo e Alongue-se Comigo.

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