O Governo do Estado de São Paulo deu início ao processo de avaliação da rede pública de saúde para planejar o esquema de atendimento médico e de vigilância sanitária durante a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027. Ao longo desta semana, a Secretaria de Estado da Saúde conduz um diagnóstico detalhado sobre a capacidade hospitalar, a infraestrutura laboratorial e a rapidez nas respostas a eventuais emergências. O levantamento tem como objetivo mapear gargalos e implementar melhorias operacionais com antecedência à chegada das delegações e dos torcedores.
A capital paulista terá papel de destaque no torneio continental ao sediar dez partidas na Arena Itaquera, registrando o maior volume de jogos entre todas as cidades-sede brasileiras. A competição inédita na América do Sul reunirá 32 seleções entre os meses de junho e julho de 2027. Para garantir a segurança sanitária do evento de grande porte, a análise governamental abrange desde o fluxo de triagem e encaminhamento de pacientes até o controle epidemiológico em aeroportos, a fiscalização de alimentos e o monitoramento ambiental.
O diagnóstico técnico utiliza uma metodologia internacional já empregada com sucesso no Brasil durante a Copa do Mundo masculina de 2014. As conclusões da força-tarefa, desenvolvida em parceria com o Ministério da Saúde e a Prefeitura da capital, servirão de base para a criação do plano oficial de saúde do Mundial. De acordo com a coordenação de emergências da pasta estadual, o planejamento prévio é fundamental para antecipar cenários de risco, integrar as equipes de socorro e assegurar que tanto os visitantes quanto a população local tenham suporte médico eficiente ao longo de toda a competição.











