Estopinha, 1ª influenciadora pet do país, morre em SP

O veterinário Alexandre Rossi anunciou nesta quarta-feira (20) que a cachorrinha Estopinha, considerada a 1ª influenciadora pet do país, morreu em São Paulo.
Em publicação feita nas redes sociais, Rossi se disse destruído pela notícia, após 14 anos de convívio com a cadelinha.
“Estopinha se foi… dormimos juntinhos e ela estava sem dor. Isso era o mais importante pra mim. Recebeu cuidados durante a noite e pode descansar na minha cama com todo o carinho que podia dar. Mesmo assim estou muito mal. Uma parte de mim foi destruída. 14 anos de convívio intenso e muito amor, aventura e travessuras. Valeu cada segundo com ela. Obrigado pelo carinho de vocês todos. Significam muito pra gente”, escreveu.
Na noite de terça (19), Rossi já havia comentado com seus seguidores que a cadela não estava bem de saúde e podia não resistir à madrugada.
“Não sei mais quanto tempo tenho com a Estopinha. Hoje fiquei muito mal. Senti a casa toda triste e chorei muito. Hj fizemos mais exames e estou muito ansioso para ver alguma melhora”, escreveu.
Problemas de saúde
Antes do falecimento, Estopinha já tinha passando por problemas de saúde, segundo o tutor. Há dias, o tutor havia comentado nas redes sociais que ela passava por problemas de sáude.
O problema, segundo Rossi, começou com uma infecção na unha foi se complicando, e a pet de 14 anos já até chegou a ser internada.
Considerada idosa, Estopinha tem problemas no estômago, o que se agravou com a necessidade de tomar medicamentos via oral, como explicado nas redes sociais pelo tutor dela, Alexandre Rossi, que é veterinário, zootecnista, especialista em comportamento animal e, também, apresenta um quadro sobre pets no programa “Encontro com Patrícia Poeta”.
Rossi tem compartilhado atualizações sobre o estado de saúde da cadela e também desabafado. Ele faz lives ao vivo quase todos os dias e diz que elas o ajudam a “processar o luto que vive”. Nesta quarta (13), ele teve de cancelar a programação para levar Estopinha ao veterinário.
O quadro dela está estável. No entanto, Alexandre diz que “deixá-la ir” é uma opção, caso ela não melhore, por priorizar o conforto do animal.
“Se eu sentir que ela não vai ter uma qualidade de vida ou que a saúde dela está muito deteriorada, e o sofrimento vai ser muito grande e prolongado, eu vou deixar ela ir, não importa o que que outras pessoas vão sentir. Eu coloco a qualidade de vida dela em primeiro lugar”, afirmou.
O tutor, no entanto, procura manter o pensamento positivo.
“Eu não perdi as esperanças de ela melhorar e ainda curtir a vida. Ela tem 14 anos, é uma idosa, a saúde dela não é perfeita, mas ela também tinha uma qualidade de vida muito boa e, se eu recuperá-la, com a ajuda de toda a equipe veterinária e todo o carinho que vocês estão mandando, e conseguir mais um ou dois anos de vida sem sofrimento ou com sofrimento controlado, que valha a pena, eu vou tratar com os analgésicos, com o que precisar. Eu estou com esperanças de que ela vai ficar boa. Ela já me deu vários sustos e, se Deus quiser, ela vai continuar me surpreendendo com a longevidade dela e com o prazer de viver”, contou em seu perfil no Instagram.
Independentemente da esperança, Alexandre admite que o processo de luto já começou e que, embora ele sempre tenha ajudado pessoas a passar por isso, não está sendo fácil.
“Por aqui meu luto começou quando notei as mudanças no comportamento da Topa com a chegada da velhice”, confessou.
Em outra publicação afirmou que agora vai “focar nos próximos passos na saúde de Estopinha”.
Alexandre Rossi adotou Estopinha em 2009. Ela não era recém-nascida, já tinha sido devolvida duas vezes por famílias que não tinham conseguido lidar com o “jeito muito arteiro”. A ideia do tutor foi utilizar a adoção para mostrar ao público como lidar com cães agitados e dar uma segunda chance para os animais.
Hoje, apenas no Instagram, Alexandre tem 1,3 milhão de seguidores, onde faz lives regularmente. Ele também publica vídeos no YouTube.
Estopinha também tem seu perfil, com 752 mil seguidores, chamado @estopinharossi. G1

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