Encontro de Famílias Grávidas será nesta terça-feira

Pedagoga Wesley Cristina Rossini irá falar sobre a importância de contar histórias para os bebês, a partir das 19h30, na Sala de Treinamentos 2

Imagine um super-bebê, capaz de dominar dragões, salvar princesas e o mundo? Tudo isso parece contos de fadas, né? Toda essa imaginação fértil pode ser aflorada com a leitura. Com este hábito, o pequeno conquista novas habilidades, se torna mais independente e, de quebra, enriquece o relacionamento com os pais.

Ler para bebês, mesmo antes de terem nascido, assim como apresentar livros logo nos primeiros anos de vida, significa oferecer a eles uma cesta de benefícios embutidos em páginas coloridas, não importa se são de papel, plástico, tecido… É uma atividade completa: ajuda a conhecer costumes, idiomas e a riqueza que o mundo oferece. Quanto mais cedo começar, mais curiosa e preparada para conviver com as diferenças será a criança.

A pedagoga especialista em psicopedagogia, coordenação pedagógica e contação de histórias, Wesley Cristina Rossini, irá ministrar o Encontro de Famílias Grávidas nesta terça-feira (19/11), com o tema “Era uma vez um bebê que amava ouvir histórias”. O evento terá início a partir das 19h30, na Sala de Treinamentos 2.

O enfermeiro obstetra e coordenador do Encontro, Rodrigo Ribeiro, explicou que a prática de leitura deve acontecer ainda na gestação. “Ainda na barriga, o bebê pode ouvir histórias contadas pela mãe. Escutar a voz cadenciada da mãe é sempre um prazer. Claro que não vai entender a história, mas não é esse o ponto. O importante é aproveitar a oportunidade para criar um delicioso ritual entre eles e, ao mesmo tempo, acostumá-lo com sua voz”, disse.

Diferentemente do que muitos pais acreditam, o livro oferece mais do que treino para a alfabetização. “A leitura na primeira infância deve ser entendida como uma das necessidades básicas, fundamentais a serem supridas mesmo antes do nascimento”, complementou.

Estudos mostram que, mesmo antes de o feto nascer, ele já consegue identificar a emoção das palavras. Além disso, contatos sonoros dos pais com a criança, em tom harmonioso, como conversar, cantar e ler historinhas, ajudam a estabelecer um laço entre o recém-nascido, a família e o ambiente externo.

Depois do nascimento, é importante dar prosseguimento à atividade, pois apesar de ainda não compreender o significado das palavras, servem como estímulo para o desenvolvimento. Após o quarto mês de vida, a leitura pode ser associada a figuras coloridas.  Nessa fase, que dura até cerca de 2 anos de idade, quando pequeno começa a falar, é recomendado dar livros de pano ou de plástico, que podem ir à boca sem problema. O ideal é que eles tenham diferentes texturas, cores e até cheiros, que exploram as funções sensoriais.

O provedor da Santa Casa, Luiz Fernando Góes Liévana, convidou a todos para participar. “Mensalmente, nossos organizadores planejam a atividade, pensando sempre em informar os pais com conteúdo atualizado do universo da Maternidade. Gostaria de que todas as gestantes participem, a fim de conhecer ainda mais nossa estrutura e profissionais. Nosso Hospital está de portas abertas para recebe-los”, finalizou.

O Encontro de Famílias Grávidas é gratuito e a entrada é pela guarita (Rua Osvaldo Padovez). Mais informações: 17 3405-9139.

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