“Acontecem muitos ataques de tubarão na ilha Reunião, mas estamos bastante conscientes disso agora”, acrescentou.
“É algo que não escondemos de ninguém. Em todos os lugares da ilha onde não se pode nadar, onde não há um recife natural, há placas em frente à praia para avisar. Mesmo assim, há alguns barcos que percorrem a área oeste da ilha, onde estão todas as praias, para protegê-las, para observar se alguém comete esse erro (de nadar).”
O tubarão estava entre os vários capturados entre a segunda e a terça-feira no Oceano Índico pelo Center de Securite Requin (CSR).
Foi encontrado a pouco mais de sete quilômetros de onde o homem foi visto pela última vez. O tubarão foi examinado na quarta-feira de manhã.
Ainda não se sabe se o homem se afogou e foi comido posteriormente pelo tubarão, ou se foi atacado por ele.
“Estamos dando apoio à família de um cidadão britânico que morreu enquanto praticava snorkel na ilha Reunião e estamos em contato com as autoridades locais”, disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores britânico.
Houve dois ataques fatais de tubarão este ano na ilha, que fica no Oceano Índico.
As autoridades locais implementaram uma proibição de natação e esportes aquáticos em quase todas as praias após ataques em 2013.
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse no mês passado que gostaria de ver os esportes aquáticos retomados em 2022 na região, mas acrescentou que antes queria “ter certeza” de que seria seguro fazê-lo.
FONTE: Informações | BBC