Do interior de SP para o mundo: idosa viaja de bicicleta por 5 continentes e conhece quase 30 países

Vera Marques, natural de Araçatuba (SP), chegou a pedalar mais de 100 quilômetros em um dia, além de enfrentar diversos tipos de climas para concluir expedições

Aos 65 anos, uma moradora de Araçatuba (SP) percorreu milhares de quilômetros e já conheceu 26 países de cinco continentes junto da fiel companheira: uma bicicleta.

Vera Marques trabalhou mais de 30 anos na área da saúde, primeiro como enfermeira e depois psicóloga. Mas quando se aposentou, em 2014, começou a viajar sobre duas rodas e descobriu uma forma prazerosa, econômica e sustentável de conhecer o mundo.

“Escolhi a bicicleta pela liberdade que ela nos proporciona

Primeiro, Vera optou por explorar o Brasil. Quando Quando concluiu um passeio de Diamantina a Ouro Preto (MG), a aposentada teve certeza de que poderia ir a qualquer lugar.

As expedições são todas planejadas por Vera. Para isso, ela procura por rotas de ciclovias, calcula a distância que vai percorrer e busca por locais para dormir.

Como às vezes costuma viajar por meses, ela também se prepara com o “básico”, como sacos de dormir, kits de primeiros-socorros, higiene e ferramentas, além de mapas físicos e GPS. Alguns dos destinos conhecidos por Vera foram: Patagônia, Nova Zelândia, Noruega, França e Japão. “Alguns me acham louca, outros corajosa, mas o que eu sou mesmo é apaixonada pelas coisas do mundo”, afirma a aposentada, que durante as viagens também investe na linguagem universal: a mímica.

Em relação à distância percorrida, Vera ressalta que chegou a pedalar mais de 100 quilômetros em um dia, além de acampar, se necessário, e enfrentar diversos climas, como no Deserto do Atacama, no Chile. Mas, para ela, o que importa é desbravar o mundo em cima das duas rodas.

“A beleza da cicloviagem é que você pode começar devagar e aumentar gradualmente. Não há necessidade de pedalar 100 quilômetros no primeiro dia. Em uma viagem de bicicleta, não se busca recordes, tampouco grandes velocidades. Mas, sim, conhecimento e vivências.” Por G1

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