Corregedoria esclarece investigação sobre delegado

A Corregedoria da Polícia Civil de Rio Preto confirmou que não houve assédio sexual por parte de um delegado do Plantão Policial, Hélio Fernandes dos Reis, contra uma investigadora da Polícia Civil da cidade. A informação é do delegado Paulo de Tarso Amaral Marcondes, que estava investigado o caso.

Segundo Tarso, o delegado investigado Hélio Fernandes dos Reis não assediou sexualmente nenhuma colega de trabalho. A apuração da Corregedoria confirmou o “excesso de liberdade” em certas “brincadeiras” feita pelo delegado.

“Compreendo que o ato não configura como assédio sexual porque o doutor Hélio Fernandes não usou de sua hierarquia para exigir favores sexuais em troca. O que houve foi um excesso de liberdade em tons de brincadeira, que gerou desconforto na equipe que trabalhava junto há muitos anos”, explicou o Marcondes.

Reis foi afastado das atividades no Plantão Policial desde o final do ano passado, após a denúncia feita na Corregedoria. Atualmente, ele atua no 2º Distrito Policial do município. “Ele é um bom delegado”, classificou policial.

Sobre o boletim de ocorrência de injúria e difamação registrado no dia 01/02, na Delegacia de Defesa da Mulher, por outra investigadora que acusa o delegado de induzir uma funcionária do Plantão Policial a “falar bem dele” e fazer insinuações sobre a conduta da profissional para a Corregedoria, Tarso esclarece que o caso está sendo investigado e que, dependendo do que for levantado na apuração, pode chegar à Justiça.

Por telefone, Hélio se defendeu das acusações e desculpou-se.

“As pessoas que trabalhavam comigo tinham liberdade comigo, eu as considerava da família. Eu peço desculpas por ter me excedido em qualquer brincadeira, mas nunca foi intencional”.

 

Região Noroeste

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