Cidades da região registram até -3,7 graus e batem recorde de frio na madrugada desta terça-feira

Menor temperatura foi registrada em Santa Salete, onde termômetros marcaram -3,7 graus

Cidades da região de Rio Preto atingiram o pico do frio e registraram a menor temperatura dos últimos anos na manhã dessa terça-feira, 20. Em Santa Salete, o termômetro do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (Ciiagro) marcou -3,7 graus. O frio intenso deixou camadas de gelo em vidros de carros e em áreas verdes de diversas cidades do noroeste do Estado de São Paulo.

Seis cidades da região de Rio Preto tiveram registros abaixo de zero grau entre a madrugada e a manhã dessa terça-feira: Santa Salete (-3,7 graus); Pindorama (-0,6 graus); Dirce Reis (-3,1 graus); Cardoso (-0,6 graus); Monte Aprazível (-0,9 graus) e Estrela d’Oeste (-0,3 graus). Os dados são de estações meteorológicas do Ciiagro.

Em Rio Preto, o frio também foi intenso, mas não superior ao registrado no último dia 30 de junho, quando o termômetro, entre Mirassol e Rio Preto, marcou 2,3 graus. Nesta terça-feira, a estação meteorológica registrou 3,3 graus.

Outras cidades da região tiveram temperaturas menores que cinco graus durante a madrugada. Foi o caso de Nhandeara, onde o termômetro marcou 1.3 graus. Paulo de Faria registrou 4,9 graus, enquanto Votuporanga 4,6 graus.

Meteorologista dizem que o frio deve perder força a partir dessa quarta-feira, 21. “”A previsão é de que o pico desta onda de frio seja na madrugada de terça-feira, 20, quando tinha previsão até de geada, o que é um risco para o agricultores”, disse o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Marcelo Schneider

A partir da tarde de quarta-feira, os termômetros voltam a marcar em média 30 graus de temperatura na região de Rio Preto e as madrugadas e manhãs por volta de 10 graus, mas com umidade do ar ficando em torno dos 20%, bem abaixo dos 60% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Na segunda-feira, Rio Preto registrou baixíssima umidade relativa do ar: chegou a 15% segundo a Cetesb, índice que é considerado de alerta.

Rone Carvalho – diarioweb.com.br

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