Cardápio Escolar é tema de debate entre professores, servidores e sociedade civil

Iniciativa desta quarta-feira (8) é primeira consulta pública realizada sobre o assunto; menu entra em vigor em 3 de fevereiro.

Nesta quarta-feira (8), uma reunião com servidores da Secretaria da Educação do Estado, professores, educadores e profissionais de nutrição debateu o Cardápio Escolar de 2020, com foco na logística, distribuição e variedade de alimentos. O menu entrará em vigor junto com o ano letivo, que começa no dia 3 de fevereiro.

Trata-se da primeira vez que a pasta realiza uma consulta pública com a sociedade civil sobre o tema. “É o início de uma discussão que deve se dar com a sociedade, certamente com especialistas na área de nutrição, na cadeia produtiva. Queremos trazer algo que entenda a complexidade e as formas de trabalho das 5 mil escolas do Estado”, ressalta o secretário da Educação, Rossieli Soares.

Atualmente, há duas formas de fornecimento de alimentação: a centralizada e descentralizada. Cerca de 3.309 unidades funcionam da forma centralizada, na qual o Estado compra e distribui os alimentos do cardápio. Na outra, 2.114 unidades possuem convênios com a Educação e recebem o repasse de verbas para a compra.

As formas de distribuição são divididas com as prefeituras e mudarão para 2020. A ideia é entender a necessidade local de cada região e otimizar o fornecimento. “Todos os temas sobre a distribuição de alimentos afetam no trabalho da Secretaria de Agricultura. Por isso, é fundamental estarmos aqui, discutindo juntos os processos do cardápio escolar”, salienta Diógenes Kassaoca, assessor técnico da Secretaria da Agricultura e Abastecimento.

Nutrição

Outro ponto discutido na reunião foi a elaboração do menu seguindo preceitos básicos de nutrição, como nutrientes e macros de alimentos. “Estamos honrados de estarmos aqui discutindo em conjunto o cardápio, que sempre deve seguir a especificidade da alimentação infantil e juvenil”, afirma Dolly Meth Simas, vice-presidente do Conselho Regional de Nutrição.

A iniciativa foi elaborada por nutricionistas especializados. Pontos como alimentos orgânicos, alimentação nas escolas indígenas e o papel da Horta Educativa na alimentação e também na formação dos estudantes foram discutidos na reunião, que deve ter outras edições ainda em janeiro.

FONTE: Informações | Portal do Governo de SP

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