Câmara aprova denominação de rua Ilda Rodrigues de Figueiredo

A votação foi por unanimidade e ocorreu durante a 3ª sessão ordinária do último ano legislativo e contou com a presença dos familiares da homenageada.

A Câmara Municipal de Votuporanga aprovou na noite desta segunda-feira (10), projeto de denominação de rua Ilda Rodrigues de Figueiredo, de autoria do vereador Marcelo Coienca.

A votação foi por unanimidade e ocorreu durante a 3ª sessão ordinária do último ano legislativo e contou com a presença dos familiares da homenageada.

Durante a votação do projeto, o vereador Marcelo discorreu sobre a trajetória de vida da senhora Ilda, que foi uma das pioneiras de Votuporanga, criando sua família com muito afinco e dedicação. A homenageada foi uma antiga moradora da rua Itacolomi, ajudou em diversos projetos sociais do município, criou filhos e netos.

Com a aprovação do projeto, a atual rua Projetada 6, localizada no Loteamento Jardim Alto Alegre, passa a denominar-se de rua Ilda Rodrigues de Figueiredo.

HISTÓRICO

Ilda Rodrigues de Figueiredo, nascida em 07 de dezembro de 1931, na cidade de Itapirema-SP, onde viveu até a sua juventude.

Mudou-se para Votuporanga e casou-se com Emílio Gonsales Nabarro em 23 de junho de 1951 e tiveram a filha Cléia Shirley Nabarro, vivendo com ele alguns anos, vindo a se separarem. Passou futuramente a viver com João Luiz dos Santos e tiveram os filhos Sérgio Roberto Rodrigues de Figueiredo, Celso Rodrigues de Figueiredo e Silvio Teodoro dos Santos.

Na década de 1960 foram proprietários de uma pensão na Rua Alagoas, nº 3555 onde hospedavam somente homens. Depois de alguns anos mudaram-se para a Rua Itacolomi, nº 4338, na Vila Marin, vindo novamente a se separar.

Posteriormente casou-se com Albino do Nascimento e popular Binão que a ajudou a acabar de criar seus filhos.

Tiveram oito netos. Trabalhou na Jovanel, depois teve uma oficina de costura. Trabalhou também no Matarazzo como costureira por alguns anos, vindo futuramente a se aposentar.

Sempre teve como hobby trabalhar com jovens em apresentações de teatro, onde faziam os ensaios no almoxarifado da prefeitura.

Era evangélica e criou seus filhos em nossa cidade, vivendo até o último dia de sua vida na Rua Itacolomi 4338, onde faleceu em 11 de setembro de 2012.

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