“Amarelão”, cão que virou mascote da Polícia Rodoviária volta para casa 

Uma incrível história de companheirismo e amor aos animais, entre policiais rodoviários da Base de Fernandópolis/SP e “Amarelão” que havia fugido de casa em Estrela D’Oeste/SP. 

Na manhã deste domingo (19), uma família residente em Estrela D’Oeste/SP esteve na Base da Polícia Rodoviária Estadual localizada às margens da rodovia Euclides da Cunha (SP-320), no município de Fernandópolis/SP, em busca do amigo “Amarelão”.  

Para quem não entendeu, a gente explica, há cerca de 60 dias um cachorro cansado e sedento apareceu na Base próximo do horário do almoço. Entre os militares do turno estava o Cabo Facin, que decidiu que iria dividir sua refeição com o mais novo amigo. 

Como ele não tinha um nome conhecido, logo deram um jeito nisso e o “Amarelão, se tornou “Stive” – forma de tratamento entre os policiais – e como o cão se sentiu acolhido, ficou por lá, ajudando na segurança da Base principalmente no período noturno, isso entre um cochilo e outro. 

No entanto, nesta manhã sua família de origem apareceu na Base e foi prontamente reconhecida por “Stive”, que agora voltaria a ser “Amarelão”. Felizes por terem encontrado o querido fujão, os familiares levaram “Amarelão”, que se despediu dos militares do turno e voltou ao lar.  

Aos policiais, principalmente ao Cabo Facin, um misto de alegria e tristeza, pois não terão mais o “Stive” mascote da unidade e colega de turno, mas a felicidade da certeza da volta do cão aos seus tutores originários.   

Gratos, os familiares contaram que descobriram que o cão estava na Base, após uma sobrinha passar por lá e desconfiar que aquele era o “Amarelão”. Contaram ainda que a filha do casal estava desesperada e procurava pelo cão incessantemente. 

Outros casos 

Ao questionar, descobrimos que esses visitantes que vêm e ficam são muito mais comuns do que imaginamos. Por exemplo, na Base da Polícia Rodoviária Estadual, assim como no Posto do Corpo de Bombeiros de Votuporanga/SP, os militares adotaram animais que estavam sem lar, vagando pelas ruas, concedendo alimentação e carinho.  

Na Base, moram dois gatinhos – um deles se chama “Tição” – ambos estão à disposição de quem quiser adotar com responsabilidade e carinho. 

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