Votuporanga tem 1095 casos da doença desde o início do ano

Não houve morte causada pela doença na cidade em 2015

Já são 1095 casos confirmados de dengue em Votuporanga desde o início do ano. Foram examinadas 2.259 neste período. Não houve morte causada pela doença na cidade. No começo de maio eram 762 confirmações de dengue no município e 949 no final do mesmo mês.

O setor de controle da doença realiza em Votuporanga atividades de comunicação e mobilização nas escolas municipais e privadas, nos Cemeis, troca de criadouros nas escolas de ensino fundamental do município, treinamento dos agentes comunitários e endemias no controle e orientação sobre a dengue.

O Ministério da Saúde divulgou essa semana a lista das cidades brasileiras com maior número de casos de dengue por habitante. No topo do ranking está Onda Verde, com apenas 8.840 habitantes, mas 743 casos positivos da doença. Isto representa a proporção de um doente a cada quatro habitantes da cidade, ou seja, a maior do país. A cidade teve uma morte confirmada por dengue e está investigando mais dois óbitos, com suspeita de ter sido causados pela doença.

Na faixa das cidades com até 499 mil habitantes, Catanduva com 118 mil habitantes, lidera a lista, com 11.788 casos confirmados. Lá, um a cada dez moradores já teve dengue este ano. Além disto, foram registrados 23 óbitos causados pela doença. Felizmente, os últimos levantamentos têm demonstrado tendência de queda na epidemia. Nos últimos 15 dias surgiram apenas 73 novos casos positivos.

A Secretaria de Estado da Saúde informou que faz o seu papel no combate à doença, investindo R$ 50 milhões por ano em ajuda às Prefeituras em forma de fornecimento de equipamentos e inseticidas.

A dengue é uma doença grave e que pode matar. Alguns sintomas são: Febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos. Ela é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti infectado, que se reproduz em água parada.

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros. Leidiane Sabino/A Cidade

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