Vítima de descarga elétrica reencontra equipe do SAMU

O pintor Márcio Brizotti Silva, que sofreu uma descarga elétrica e foi salvo pelo SAMU de Fernandópolis, reencontrou a equipe pela primeira vez, nessa quarta-feira (14/3). O reencontro foi promovido para marcar o início do Serviço de Humanização.

De acordo com a secretária Municipal da Saúde, Patrícia Moita, o Serviço de Humanização já foi implantado nas Unidades de Saúde do município e agora será oferecido também pelo SAMU.

“O Serviço de Humanização é uma das prioridades da Administração. Atender bem à população é primordial, especialmente, quando se trata de Saúde. A humanização é um trabalho importante e um dos principais caminhos para a melhora efetiva da qualidade do atendimento. Esta visita é a primeira de uma série que faremos, visando avaliar a qualidade do atendimento oferecido pelo SAMU”.

Durante a visita, o pintor Márcio Brizotti agradeceu ao SAMU pelo bom atendimento, que foi fundamental para que chegasse com vida à Santa Casa. “Toda vez que vejo a ambulância do SAMU me emociono. Se não fossem vocês e o Corpo de Bombeiros terem me tirado de cima daquele telhado e, rapidamente, me levado à Santa Casa eu não estaria com a minha família agora”.

Participaram da visita, a equipe do SAMU, que prestou o atendimento ao pintor, o médico Pablo Tomba, a enfermeira Elisa Mara Martins e o motorista-socorrista, Carlos Vicente; além da coordenadora do SAMU, Rosimeire Hernandes.

O resgate 

O acidente ocorreu em novembro de 2011, quando o pintor estava em cima do telhado de uma casa de dois andares. Subitamente, Marcio levou uma descarga elétrica e teve queimaduras nos membros superiores e inferiores.O resgate foi feito pelo SAMU, com apoio do Corpo de Bombeiros, que ajudou a imobilizar e descer a vítima de cima do telhado com segurança.

Já na ambulância, o médico Pablo e a enfermeira Elisa Mara fizeram o procediento de monitoramento cardíaco, curativos, eletrocardiograma, checagem da respiração e administração de soro. Na Santa Casa, Márcio ficou internado por cerca de um mês até se restabelecer por completo.

“Para salvar a vida do Márcio, tivemos que fazer uma manobra de risco, pois estávamos em cima do telhado e tivemos que imobilizá-lo ali mesmo. Qualquer movimento errado nos faria desabar. Foi muito bom vê-lo cheio de saúde e desfrutando de bons momentos junto à família. Isso é gratificante”, destacou o médico Pablo Tomba. (regiãonoroeste)

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