Virada Cultural: Votuporanga impressiona artistas

Cantores como Ellen Oléria, Luiza Possi e Otto elogiaram a estrutura da cidade e a receptividade do público

A Virada Cultural Paulista marcou a história de Votuporanga. O final de semana musical reuniu artistas de renome que elogiaram a estrutura do município, que recebeu pela primeira vez o evento.

A vencedora da primeira edição do The Voice, da Rede Globo, Ellen Oléria, subiu ao palco depois da apresentação da banda Symphonic Rock. “Votuporanga é uma cidade bonita super verde. Fiz várias fotos da Paróquia Nossa Senhora Aparecida”, afirmou.

Ela deu dicas para quem quer seguir carreira artística. “O trabalho vai trazer consequências. A  música tem uma magia de abraçar a gente e a gente abraça também”, complementou.

Ellen destacou que o interior de São Paulo é caloroso. “A gente teve experiência bonita, passamos para várias cidades como São João da Boa Vista. O público tem sido bem receptivo principalmente por se tratar de um repertório novo, as pessoas já estão cantando com a gente. Interior tem sido termômetro e está funcionando super bem”, falou.

A cantora enfatizou que a Virada Cultural é uma ponte de artistas. “As janelas se abrem com este contato com o público. A formação de público é algo complexo na carreira e o evento contribui para isso. É muito bacana encontrar circuito fortalecido, com várias linguagens trabalhando para algo cultural representativo”, disse.

Luiza Possi encerrou a noite de sábado (30/5) na Concha Acústica. Antes da apresentação, Luiza falou da energia ao subir ao palco. “O palco exige respeito pelo público e pelas apresentações”, disse.

Ela destacou a sua entrega em cada show. “Para qualquer lugar que vou, eu entro no espetáculo inteira. Show bom é show suado”, complementou.

A cantora falou de Votuporanga. “É uma cidade muito bacana. Legal participar da Virada Cultural, que é um local onde encontro meus colegas, todo mundo com o mesmo propósito”, ressaltou.

Luiza Possi disse que o público da Virada Cultural é diferenciado. “Eles sabem do diferencial e da variedade musical. As pessoas estão abertas a novos ritmos. Às vezes, não conhecem determinado artista e com o evento, passam a admirá-lo”, enfatizou.

No domingo (31/5), quem abriu a programação na Concha Acústica foi o violeiro e compositor Wilson Teixeira. Ele também falou de se apresentar no interior. “É diferenciado tocar no interior, o clima é especial”, afirmou.

Para encerrar a Virada Cultural, o cantor Otto agitou o público ao som de Martinho da Vila até as 20h30.  “No interior de São Paulo, céu dá coordenadas para o horizonte. Cheguei às 16h30, por do sol é muito lindo. Sou fã disso aqui, Brisas Suaves (significado do nome de Votuporanga em tupi guarani) é aqui!”, disse.

Otto ressaltou a importância de sediar Virada Cultural em várias cidades. “Sei da juventude do interior e da necessidade de que haja intercâmbio. Havia famílias a jovens, tudo na mesma vibe. Adorei!”, complementou.

Sobre Martinho, o cantor ressaltou que os grandes ídolos brasileiros são palpáveis. “Conheci meus ídolos e isso é muito bom. Martinho veio para iluminar minha vida em 1974”, disse.

Ele afirmou que já fechou duas vezes a Virada Cultural. “Amei o local, o público, quero voltar a Votuporanga. Gente do interior tem curiosidade, eu sou exemplo do interior que foi para Recife, estar aqui é ser brasileiro”, finalizou.

Abertura oficial

A abertura oficial aconteceu no Centro de Convenções. O prefeito Junior Marão ressaltou que a Virada Cultural é uma maratona. “Tem atrações para todos os gostos, com talentos locais e nomes de expressão nacional. Era um sonho trazer este evento considerado o principal na área da cultura”, disse.

A secretária da Cultura e Turismo, Silvia Stipp, desejou bom espetáculo. Já a representante do governo, Aline Torres, destacou que 24 cidades sediaram a Virada neste ano.

0 Comentários

Deixe um Comentário

Login

Bem vindo! Faça login na sua conta

Lembre de mim Perdeu sua senha?

Lost Password