Vigília pelos Mortos de Aids será realizada neste domingo na Matriz

Ato conta com a parceria da Igreja Matriz com início às 19h; objetivo é sensibilizar a sociedade sobre o HIV/ Aids e apoiar quem vive com a doença

Neste domingo (17), a Secretaria Municipal de Saúde de Votuporanga, por meio do Serviço de Atendimento Especializado (SAE) juntamente com a Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Matriz), promovem pelo quarto ano consecutivo a Vigília pelos Mortos de Aids. O encontro será a partir das 19 horas, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Matriz.

Este é um movimento iniciado com o intuito de lembrar as pessoas que perderam a vida pela doença, apoiar quem vive com HIV/AIDS e incentivar ações de prevenção. “Esta celebração envolverá público de quaisquer religiões” – esclarece a assistente administrativa e coordenadora do evento, Eliane Guerche.

Neste ano o tema é “É Preciso Manter o Foco”. A vigília pretende despertar a sociedade para a solidariedade global, rompendo barreiras, sendo sinal de esperança às novas gerações. O lema escolhido no município é “Luzes Pela Vida”.

O SAE é o Serviço de Assistência Especializada (SAE), unidade que atende pessoas vivendo com HIV/Aids, Hanseníase, Tuberculose e Hepatites Virais. “Pertencemos ao SUS e realizamos as ações finalísticas, próprias da linha de cuidados dos agravos por nós atendidos” – conta Elaine.

Origem

A primeira Vigília pelos Mortos foi organizada em 07 de maio de 1983, em Nova Iorque e atualmente é celebrada a cada terceiro domingo de maio sob a liderança de organizações comunitárias, sanitárias e religiosas de 115 países.

A Vigília, tendo em conta que milhões de pessoas vivem atualmente com o vírus, é uma intervenção importante para promover a solidariedade mundial, reduzir o estigma e a discriminação e dar esperança às novas gerações.

Hoje a Vigília tornou-se um movimento internacional de sensibilização e mobilização da sociedade diante da problemática do HIV/Aids.

Os atos de celebração vão de pequenas vigílias comunitárias a celebrações nacionais. Para além da memória, muitas organizações coordenadoras utilizam a Vigília como uma oportunidade para promover os serviços locais do HIV, fomentar a educação e o diálogo comunitário e defender a melhora das políticas públicas.

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