Prisão ocorreu na quinta-feira (12) em Castilho. Ele foi atuado por armazenar conteúdo de abuso sexual infantil. Em Catanduva (SP), outro suspeito pelo crime também foi preso na quinta.
Um vigilante de 29 anos foi preso na quinta-feira (12) suspeito de induzir crianças à nudez pela internet e gravar as ligações de vídeo em Castilho (SP).
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito aliciava crianças pelas redes sociais. Depois de manter contato, ele fazia a ligação de vídeos com as vítimas. Nas chamadas, induzia os menores para que tirassem as roupas, conforme apontam as investigações.
Durante a chamada, o criminoso gravava a tela do celular. A polícia recebeu a denúncia de uma mulher, após o suspeito convidar a filha dela, de seis anos, para cometer o crime.
A investigação apontou que o vigilante assistia às cenas em televisor de alta definição, para conseguir uma imagem de melhor qualidade. Conforme apurado pela TV TEM, o homem tem dois filhos, sendo um menino de 11 anos e uma menina de seis, portador da síndrome de Down.
A polícia cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do suspeito. No local, os investigadores apreenderam celulares, computadores, uma pistola e pen-drives. No celular, a equipe encontrou o conteúdo de violência sexual infantil.
O homem foi preso e autuado em flagrante pelo crime de armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantil. Ele foi encaminhado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Andradina. A Polícia Civil informou que o vigilante também é investigador por suspeita de estupro de vulnerável.
Segundo a polícia, por ser vigilante, ele tem autorização para portar armas.
Um auxiliar de serviços gerais, de 51 anos, foi preso em flagrante suspeito de gravar, com o próprio celular, vídeos de crianças e adolescentes durante as atividades esportivas no Sesc em Catanduva (SP) também na quinta-feira (12).
Em nota à TV TEM, o Sesc informou que os colaboradores da instituição se surpreenderam com a notícia e desconheciam o fato. O Sesc ainda pontuou que abriu uma apuração interna para esclarecer o caso. Confira abaixo a nota na íntegra.
Segundo a polícia, ele foi preso suspeito de produzir, armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantil. Na casa dele, a equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) apreendeu um computador, pen-drives e o celular. No aparelho, a equipe encontrou o conteúdo.
Segundo a DIG, é a segunda vez que o investigado é preso em flagrante pelo mesmo crime. A passagem criminal anterior ocorreu em 2017, em São Vicente (SP).
O que diz o Sesc?
“O Sesc informa que, assim como toda a sociedade, foi surpreendido pelas notícias divulgadas nesta tarde envolvendo um de seus funcionários. Até o momento, a instituição não possuía qualquer conhecimento sobre os fatos mencionados.
A instituição informa ainda que abriu apuração interna para esclarecer o caso e está à disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações. O Sesc segue buscando mais informações junto aos órgãos responsáveis para adotar as providências cabíveis e se posicionar institucionalmente.
A entidade ressalta que repudia veementemente qualquer ação criminosa e reforça que atua em conformidade com os mais elevados padrões de segurança e conduta.” G1












