VEREADOR MEIDÃO ACIONA O MINISTÉRIO PÚBLICO E COBRA PROVIDÊNCIAS SOBRE OBRAS ANTIENCHENTES PARADAS NAS RUAS CEARÁ E DAS BANDEIRAS

O vereador Mehde Meidão Slaiman Kanso, presidente da Câmara Municipal de Votuporanga, encaminhou nesta terça-feira (14/1), o Ofício nº 12/2020 ao Ministério Público solicitando providências sobre a paralisação de obras antienchentes na confluência das ruas Ceará e das Bandeiras, em Votuporanga. Segundo o parlamentar, a população não aguenta mais os transtornos causados pela obra, principalmente pelo fato de não ser finalizada.

No ofício, Meidão destaca que as obras antienchentes estão “paradas” desde outubro de 2019. O vereador também relata que a Câmara Municipal recebe diariamente diversas reclamações de moradores do entorno do local, bem como condutores que transitam por aquela região.

“O perigo de acidentes em razão dos materiais deixados no local a céu aberto, bueiros sem a tampa protetora e a grande sujeira existente no local são fatores de urgência para uma solução”, descreve o ofício.

O presidente do Legislativo destaca que já oficiou o Poder Executivo diversas vezes para que retomasse a obra, que até a presente data está paralisada, mas até agora nenhuma medida foi tomada por parte do Poder Público Municipal. “Ao nosso entender, o referido ato é um descaso com a coisa pública e requer a adoção de imediatas providências a fim de apurar os fatos e responsabilizar seus autores, impedindo a conduta lesiva ao povo votuporanguense que clama por medidas duras e enérgicas”, conclui Mehde Meidão no ofício endereçado ao MP.

Cobrança
No dia 27 de dezembro, o vereador Mehde Meidão esteve na rua Ceará e na rua das Bandeiras, pontos onde as obras antienchentes estão paralisadas, e constatou pessoalmente que não havia movimentação de trabalhadores da construtora responsável pela execução das obras. “É lamentável o que os moradores e comerciantes desta região estão sofrendo. Um dia de sol e calor como hoje e não vimos nenhum operário trabalhando nesta obra. Quando é chuva, os moradores e comerciantes sofrem com o barro, quando está sol, é a poeira terrível. As lojas e demais comércio estão sofrendo, pois não entra clientes e há muita demora na conclusão desta obra”, reclamou Meidão na época.

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