Vereador Emerson Pereira faz duras críticas sobre demora na liberação do corpo de jovem morto a facadas

Durante o seu pronunciamento proferido na tribuna da Câmara Municipal de Votuporanga, o vereador Emerson Pereira (SD) fez duras críticas a um assunto já bastante discutido pelos vereadores. A falta de um profissional de auxiliar de necropsia no IML (Instituto Médico-Legal de Votuporanga) tem trazido sérios prejuízos à população.

Emerson criticou a falta de respeito e consideração por uma família que perdeu de forma trágica um rapaz de 23 anos na madrugada do último sábado, em Votuporanga.
O jovem Luis Cláudio Assis Pereira, morreu com golpes de facas durante uma briga generalizada em um bar em Fernandópolis.

O corpo só foi liberado para os familiares por volta das 22 horas do sábado, ou seja, 20 horas após a morte de Luis Cláudio. Durante o seu discurso, o vereador Emerson ficou indignado com o descaso que Votuporanga vem sofrendo com a falta desse profissional que auxiliar o médico legista na liberação de corpos que passam por exames necroscópicos. “É um absurdo que não tem tamanho, já não bastasse o sofrimento e a angústia da família que passou por essa tragédia, ter que aguardar quase 20 horas, para a liberação do corpo do ente querido, para depois ser velado em poucas horas e sepultado, isso é inadmissível”, reclamou Emerson.

Em outra indicação apresentada na sessão ordinária, o vereador Emerson solicitou à Organização Social de Saúde – que gerencia os serviços médicos de unidades de saúde do município, a contratação de médico pediatra para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), pois, segundo o vereador, as pessoas estão reclamando a falta deste profissional.

Repelentes

Ainda de autoria do vereador Emerson, ele apresentou à secretária municipal de Saúde, Fabiana Parma, para que o município forneça de forma gratuita repelentes para mulheres gestantes de Votuporanga, como forma de evitar o aumento do número de casos de dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypt.
“Muitas mulheres grávidas estão apavoradas com esses casos de doença vindos do mosquito Aedes Aegypt. Em contato com a secretária da Saúde, discutidos sobre a possibilidade do município fornecer esses repelentes para as mulheres carentes, é uma forma justa e humana de ajudar essas pessoas”, disse o vereador.

Em outra indicação direcionada à superintendência da Saev Ambiental, o vereador Emerson Pereira pediu ao gestor da autarquia, Oscar Guarizo, que estude a possibilidade de isentar famílias comprovadamente carentes da taxa de religação de água. Atualmente, após o corte de água, para fazer o pedido de religação, o morador paga na próxima fatura o valor de R$ 30,00. “É um absurdo cobrar esse valor, o morador já está sendo penalizado pelo corte de água, que muitas vezes, não tem como nem pagar a tarifa de água e, depois, tem que arcar ainda com o valor da religação. Peço à superintendência da Saev que reveja essa questão”, explicou o vereador.

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