Vereador Chandelly posiciona-se contra a “Ideologia de Gênero”

O vereador esclareceu que não é preconceituoso e abomina este tipo de sentimento. Confira na matéria o que Chandelly justificou em seu pronunciamento na Tribuna na última sessão ordinária da Câmara Municipal.

O vereador Leonardo Brigagão – o Chandelly Protetor, mostrou-se contra a “Ideologia de Gênero”, durante seu pronunciamento na Tribuna, na 36ª Sessão Ordinária desta segunda-feira (9). O vereador aproveitou para esclarecer que não é preconceituoso e abomina este tipo de sentimento. Antes de ler seu discurso, ele aproveitou para mostrar um vídeo alertando a população sobre a “Ideologia de Gênero” na escola infantil.

“O próprio Deus não faz acepção de pessoas, então não cabe a mim fazer. Deus ama todos, independentemente de opção sexual, raça ou religião. Eu tenho amigos e parentes que são homossexuais e os respeito e muito. Repito: não sou homofóbico e abomino isso. Eu, como a maioria, sou contra a essa Ideologia de Gênero que é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da ‘luta contra o preconceito’, mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família. Alem disso, a palavra “gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente da palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papeis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto que é abominável. Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros como a homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transsexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe, inclusive, um Projeto de Lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional a expressão “igualdade de gênero”. Por isso, temos de nos manifestar imediatamente e pedir aos deputados, vereadores, autoridades, que rejeitem completamente a introdução da ideologia de gênero em nosso sistema educacional. Escola é para ensinar matemática, português, história, geografia, ciência e outras matérias. Orientação sexual é o papel do pai e da mãe e o estado não tem esse direito de violar os direitos dos pais. Que o estado respeite a vontade da maioria e que respeitemos a minoria. Se, meu filho, quando maior de idade decidir outra opção sexual, com certeza continuará sendo amado por mim e terá meu respeito”, justificou.

Por fim, o vereador classificou a exposição com o homem nu no Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde as crianças tiveram contato com o mesmo, como uma pedofilia camuflada. “Alguns grupos a consideram como uma arte. Mas para mim, estes grupos estão querendo praticar sexo com crianças. E estes mesmos grupos estão lutando para que a pedofilia seja legalizada. Vamos combater este crime”, concluiu.

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