Uma semana após voltar a funcionar, sino da igreja já causa polêmica e vira caso de polícia

Uma semana após voltar a funcionar, as badaladas que marcam as horas, emitidas pela Igreja Nossa Senhora Aparecida já geram polêmica na cidade. Na última quarta-feira, três pessoas procuraram a Polícia Civil para denunciar que estavam sofrendo de perturbação da tranquilidade, devido ao sinal sonoro emitido das torres da Matriz.

O boletim de ocorrência foi registrado por volta das 12h20, mas segundo o que foi apurado, as vítimas disseram que a perturbação ocorreu no período da manhã. O comerciante N.F.C.R., de 48 anos, o advogado P.C.R., de 69 anos, e o dentista J.F.F., de 52 anos foram juntos à delegacia, onde comunicaram que devido à reativação do relógio da Matriz, as badaladas vem causando perturbações aos mesmos.

Procurado pela reportagem do jornal A Cidade, o pároco da igreja, padre Gilmar Antônio Fernandes Margotto, afirmou que não tinha conhecimento sobre a elaboração do boletim de ocorrência, mas preferiu não manifestar opinião sobre o caso.

Ainda em fase de experiência, a melodia começou a tocar no último dia 30, ou seja, sexta-feira passada. As badaladas começam às 7h e vão marcando cada hora, até chegar nas 22h. O equipamento funciona também aos finais de semana.

No dia da reativação do sinal sonoro, padre Gilmar disse que quando chegou na comunidade, eram muitos os pedidos para a volta do som. “Eram todos em uma só voz. Eu troquei o som e refiz o relógio. O sistema é todo eletrônico, com uma máquina para distribuir os ponteiros para que fiquem sincronizados”, explicou. O relógio está orçado em R$ 19.600. O padre destacou que o som terminará às 22h. “Não queremos causar nenhum transtorno. Mas optamos por este horário, porque as pessoas dormem depois dele”, complementou. (Jociano Garofolo – A Cidade).

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