Tribunal de Justiça descarta abuso sexual e manda soltar padre em Sales

Ele pagará multa de R$ 265,46 e responderá em liberdade. Procuradoria do Ministério Público ainda pode recorrer da decisão

O Tribunal de Justiça de São Paulo julgou e desclassificou, nesta terça-feira (14), a acusação contra um padre suspeito de estuprar uma menina de 11 anos, em 2013. A Justiça classificou o suposto crime no artigo 61 como “importunar alguém, em local público de modo ofensivo ao pudor”. Osvaldo Donizete da Silva, de 52 anos, foi solto da cadeia de Presidente Prudente (SP), onde era mantido preso desde o incidente. Ele pagará multa de R$ 265,46 e responderá em liberdade.

Segundo o advogado do padre, Ribamar de Souza Batista, Osvaldo já está em casa. “Vamos aguardar a Procuradoria do Ministério Público se manifestar. Eles podem recorrer da decisão. Por enquanto, o Osvaldo vai conversar com o bispo da Diocese e depois vai se pronunciar sobre o caso”, afirma. Ainda de acordo com o advogado, o padre acredita que será absolvido. “Ele diz que houve uma má interpretação da menina. Vamos esperar para ver o que a Procuradoria vai dizer agora”, diz.

Entenda o caso
O padre Osvaldo Donizete da Silva, de Sales(SP) foi acusado de molestar uma menina de 11 anos, durante um ritual de primeira eucaristia, na igreja da cidade.

De acordo com o boletim de ocorrência, o padre teria abraçado a menina e segurado as nádegas, além de ter dado um beijo na boca da garota. Ainda de acordo com o boletim, no momento do abraço, o padre teria colocado a mão da menina em suas partes íntimas.

A príncipio, o padre tinha sido encaminhado para o presído de Andradina (SP) e depois foi transferido para o Centro de Ressocialização de Presidente Prudente (SP), onde foi solto nesta terça-feira (16). G1

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