TOR apreende 279 quilos de maconha em operação

Folha da Região

Policiais do TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) de Araçatuba apreenderam 279 quilos de maconha que estavam escondidos dentro de uma carreta carregada de milho a granel.

A apreensão aconteceu às 10h15 desta quarta-feira (4), durante operação “Modal Terrestre” em frente a base da Polícia Rodoviária de Castilho, na rodovia Marechal Rondon (SP-300). Um comerciante e um motorista de 34 anos foram presos.

A operação desta quarta contou com apoio da Força Tática. Durante a fiscalização realizada de manhã, os policiais abordaram o condutor de um Fox, com placas de Campo Grande-MS, que seguia no sentido a Araçatuba. O sargento Edman Silazaki de Oliveira, encarregado do TOR, conta que o homem, identificado como um comerciante de 34 anos, demonstrou bastante nervosismo, o que chamou a atenção dos policiais.

“Fizemos uma pesquisa e descobrimos que ele tinha passagens por homicídio e receptação, o que nos deixou em alerta. Como nada de ilícito foi encontrado no carro, levamos a trabalhar com a hipótese de que ele estaria escoltando algum outro veículo envolvido em crime ou com mercadorias contrabandeadas”, disse o sargento.

CARRETA
Enquanto era feita a vistoria minuciosa no Fox, outra equipe de policiais abordou uma carreta, também com placas de Campo Grande. Em revista na carga de milho a granel foram encontrados fardos de maconha embalados em sacos plásticos. A droga, de acordo com o sargento, estava escondida no meio da carroceria.

Por conta do flagrante, a carreta foi encaminhada até um silo graneleiro, onde foi feita a descarga dos grãos para confirmar se havia mais tijolos de maconha escondidos.

PARCERIA
Tanto o comerciante como o motorista da carreta, que também tem 34 anos, teriam confessado que estavam envolvidos no transporte dos 279 quilos de maconha. Segundo eles, a droga foi carregada em Campo Grande e seria distribuída na Capital Paulista. O nome dos responsáveis pelo entorpecente não foram informados.

A dupla também não revelou o local e para quem seria feita a entrega. Pelo transporte os dois receberiam, cada um, R$ 5 mil.

Segundo o sargento, tanto o motorista quanto o comerciante vão responder por tráfico. Se condenados podem pegar de 5 a 15 anos de prisão.

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