Termina hoje o prazo para reforma ou construção no Cemitério

Secretaria da Cidade disciplina o trabalho dentro do Cemitério Municipal, tendo em vista a proximidade do Dia de Finados; este ano, a dengue também preocupa

 

A Secretaria da Cidade, por intermédio da administração do Cemitério Municipal Petronílio Gonçalves da Silva, tendo em vista as visitas de Finados, alerta a comunidade para o prazo limite destinado às construções, serviços de reformas e pinturas de jazigos e sepulturas. De acordo com Edinho Genari, “os trabalhos poderão ser iniciados somente até a próxima segunda-feira, dia 14, sendo que o prazo para conclusão, impreterivelmente, será o dia 18, sexta-feira”, informa. Segundo ele, o prazo é mesmo tanto para prestadores de serviços quanto para os concessionários de jazigos e sepulturas.

 

Genari esclarece ainda que “os serviços de limpeza de sepulturas com utilização de água, serão permitidos até o dia 31 de outubro, quinta-feira,sendo que, após esta data, esses serviços somente poderão ser efetuados com utilização de tecidos, não sendo de forma alguma permitida a utilização de água, seja através de baldes, seja com utilização de mangueiras”, conclui.

 

O secretário interino da Cidade, José Marcelino Poli, lembra que “estas medidas são necessárias para que a municipalidade possa reorganizar o local, eliminando detritos e sujeiras que causariam transtornos nas visitações do dia de Finados”, diz. Outra preocupação de Marcelino é com relação aos criadouros de mosquitos. “Cemitérios são áreas propícias para o surgimento de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e com o feriado de Finados, no dia 2 de novembro, a nossa preocupação cresce, faced ao aumento do número de visitantes”, manifesta-se.

 

“Por isso, a principal recomendação é a de que os visitantes evitem vasos com água, dando prioridade para flores plantadas em vasos com terra e areia ou arranjos artificiais”, aconselha o secretário. Ele ressalta ainda que “deve ser tomado um cuidado maior com a retirada das embalagens que envolvem os vasos de flores, velas e arranjos, já que em caso de chuva, até mesmo esse papel pode acumular água e virar criadouro do mosquito da dengue”, conclui.

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