Suspeitos de matar o médico Drº Hedilon seguem foragidos

A Polícia Civil de General Salgado segue sem pistas do paredeiro dos suspeitos de terem executado o médico oftalmologista Hedilon Basílio Silveira Júnior, de 50 anos, no último dia 26, em um sítio arrendado por ele.
Dois suspeitos foram identificados, sendo eles o dono da propriedade rural arrendada pela vítima e a esposa dele.
Hedilon foi assassinado com golpes de facão e com um tiro no tórax. De acordo com a Polícia Civil, o dono da propriedade rural, Aparecido Dias Barbosa, de 62 anos, e a mulher dele, Érica Patrícia Cruz, 36 anos, foram identificados por duas vítimas.
Os outros dois homens ainda não foram identificados. Segundo o investigador, o proprietário do sítio movia três processos contra o médico por conta de divergências no contrato de arrendamento.
Vários boletins de ocorrência também foram registrados pelo casal contra o médico, sendo que dois deles foram feitos pela mulher por injúria e outros pelo homem por maus tratos de animais Apesar das ocorrências, a suspeita da polícia é que o crime tenha sido motivado pelas divergências em torno do contrato. Os dois estão foragidos. A polícia pediu a prisão temporária deles. Até o momento, os quatro responderão por homicídio doloso, podendo pegar até 30 anos de prisão, e tentativa de homicídio, com pena máxima de 13 anos de prisão.
O crime
Três homens e uma mulher entraram no sítio e fizeram o caseiro Luciano Gonçalves Leite, de 36 anos, refém. Quando Hedilon chegou foi atacado por golpes facãona cabeça e um tiro no tórax. Em seguida, os criminosos seguiram com o corpo da vítima e o funcionário de uma empresa de caixas d´água que prestava serviços ao médico, Carlos Alberto de Oliveira, 42 anos, para Auriflama. Quando o homem pediu para urinar, Carlos fugiu com o veículo.
Já Francisco Domingos Rocha, 71 anos, e Luciano Gonçalves Leite, 36 anos, foram obrigados a pular de uma ponte no Córrego das Cruzes, em Santo Antônio do Aracanguá. Uma equipe da Perícia Criminalística esteve no sítio. Os laudos da perícia feita e do exame de necrópsia devem sair em até 10 dias.
Os resultados ajudarão a polícia a identificar todos os suspeitos e apontar quais foram as causas da morte do oftalmologista. Sobre a espingarda usada pelos criminosos,  a polícia ainda não sabe se ela possuí registro ou não. A polícia agora busca identificar quem são os outros dois criminosos. Jociano Garofolo A Cidade

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