Sumiço de R$ 9 mil do 3º DP vira mistério na Polícia Civil

Como R$ 9,2 mil podem desaparecer do cofre de uma delegacia? Em busca de uma resposta, o delegado titular do 3º Distrito Policial de Rio Preto – de onde a quantia desapareceu – , Renato Pupo de Paula, comunicou ontem o sumiço à Delegacia Seccional. O “enigma” surgiu durante levantamento rotineiro de material e dinheiro apreendidos naquela unidade policial.

De acordo com o delegado, o objetivo do levantamento é eliminar os itens que estão ocupando espaço na delegacia. “Assumi o distrito em agosto e, desde então, começamos a fazer um levantamento dos bens apreendidos. Dois caminhões com itens já foram retirados do DP, com autorização. Falta muito ainda. Vamos fazer um mutirão nos próximos dias 29 e 30 para conseguir terminar. Não quero mudar com coisas necessárias para o outro prédio, no começo do ano.”

Durante a análise dos bens, o delegado constatou a ausência do valor que estava no cofre. “Não trabalhamos como furto e, sim, desaparecimento. O valor não está lá. Esse dinheiro é proveniente de apreensões e não consegui identificar para onde ele foi”, afirma Pupo. O delegado explica que comunicar à Seccional sobre o desaparecimento do valor é um procedimento de praxe. “O dinheiro desapareceu de dentro da delegacia. É necessário que seja investigado o caso, por isso a Seccional tem que saber do desaparecimento.” O caso deverá ser investigado pela Corregedoria da Polícia Civil. “Até o momento não temos conhecimento, mas se ocorreu em um prédio da Polícia Civil será apurado”, afirmou o delegado corregedor, Domingos José Marcos.

Outro sumiço

No dia 29 de julho, bandidos invadiram o 4º Distrito Policial, localizado no Jardim das Oliveiras, zona norte da cidade, e furtaram duas motos Honda/CG. Os criminosos arrombaram o alambrado e levaram os veículos, que estavam com os números dos chassis raspados e que foram apreendidos em operações policiais. Por causa disso, não foi possível identificar os proprietários.

O Diário apurou que a única câmera instalada no pátio, onde a ação criminosa ocorreu, não filmou os ladrões praticando o furto em razão de um “ponto cego”. O local não contava com segurança 24 horas e há apenas um alambrado cercando a delegacia. As motos ainda não foram localizadas. Larissa de Oliveira e Tatiana Pires/DiárioWeb

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