Sentença do “Caso Érica” pode ser anunciada amanhã

Alegações finais já foram feitas por defesa e acusação e decisão sobre futuro de Wilson Rodrigues está nas mãos de juíza de Cardoso

Ás vésperas de completar 500 dias, a história sobre o crime de maior comoção popular de Votuporanga e região nos últimos anos se aproxima de atingir mais uma importante etapa. Está nas mãos da juíza da Comarca do município de Cardoso, Helen Komatsu, a decisão sobre o futuro de Wilson Aparecido Rodrigues, acusado de raptar, roubar, assassinar e ocultar o corpo da votuporanguense Érica Diogo no final de 2012. A sentença pode sair nos próximos dias e há grandes chances de que seja divulgada amanhã.

As informações foram passadas ontem (10) ao A Cidade pelo advogado nomeado para representar a defesa de Wilson, Juliano Borges. Segundo ele, a precatória enviada para a Casa de Custódia e Tratamento Psiquiátrico “Arnaldo Amado Ferreira”, em Taubaté, onde o réu está detido, para que fosse tomado o depoimento dele, retornou nos últimos dias para a Comarca de Cardoso.
O depoimento de Wilson era a última peça que faltava para a conclusão do processo. Após a apresentação da versão do réu, a juíza pediu que fossem entregues as alegações finais de defesa e acusação. Ainda segundo o advogado nomeado, a defesa manifestou as alegações na última segunda-feira (5), e ele tem a informação de que a acusação, representada pelo Ministério Público, também já apresentou sua parte.
Com isso, após avaliação da juíza, falta somente a definição dela sobre o caso. A expectativa é de que a sentença de Wilson Rodrigues pelas acusações de latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver contra Érica Diogo, seja anunciada nesta semana, com grandes chances de ocorrer nesta segunda-feira (12).A última audiência sobre o caso aconteceu no dia 14 de fevereiro deste ano.
A vítima foi raptada do estacionamento de um supermercado na avenida Brasil em 21 de dezembro de 2012. Segundo a polícia, ela foi morta com golpes de faca na noite da mesma data e teve o corpo jogado da ponte do rio Tomaizinho, em Cardoso. O assassino confessou o crime, ao ser preso dois dias depois. Jociano Garofolo/A Cidade

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