Secretaria de Saúde aguarda liberação de recurso para implantar Caps Infantil

O Caps Infantil atende até a idade de 17 anos 11 meses e 29 dias, em alguns casos até 21

Em abril deste ano, a Prefeitura anunciou que o município receberá mais um equipamento destinado à saúde mental, o Caps I (Centro de Atenção Psicossocial Infantil). No momento, a Secretaria Municipal de Saúde aguarda a liberação dos recursos para reforma do imóvel e finalização a contratação de parte da equipe.

Todos os documentos e projetos já foram encaminhados para a Secretaria de Saúde do Estado e ao Ministério de Saúde, onde foram todos aprovados.

A Secretaria Municipal de Saúde já tem o imóvel em vista para abrigar o serviço e, provavelmente, será onde funcionava o ambulatório de saúde mental, no bairro do Pozzobon.

Atualmente, o Caps de Votuporanga atende apenas adultos, por isso, não é possível quantificar a demanda do município. “Porém, sabemos da não notificação de muitos casos e também de um grande número de crianças que acabam sendo atendidas pela educação, com sintomas de demanda que possivelmente seriam da saúde”, disse Reinaldo Antônio de Carvalho, gerente do Caps II.

A tipificação do serviço de saúde mental por idade é realizada pelo Ministério de Saúde e um dos propósitos de ter um atendimento exclusivo para crianças é a atenção qualificada e a não violação do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

O Caps Infantil atende até a jovens de 18 anos, em alguns casos podendo se estender até os 21 anos.

“Em Votuporanga, pretendemos, além da oferta terapêutica voltada na proposta da reabilitação psicossocial, também trabalhar em parceria com atendimentos voltados para a educação, acredito que o Caps I também tem uma função preventiva”, ressaltou o gerente do Caps II.

Reinaldo disse ainda que, atualmente, muitos casos infantis de menor complexidade estão em atendimento na Atenção Básica de Saúde, no próprio de residência do usuário, já os de maior complexidade estão nas conhecidas instituições que já há bastante tempo vem contribuindo na qualidade de vida dessas crianças, como a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e o Recanto Tia Marlene, órgãos que apoiarão o município na implantação do Caps Infantil. Leidiane Sabino/A Cidade

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