Meidão rebate críticas do meio ambiente

Durante a sessão da Câmara realizada na noite de ontem, o presidente da casa, Mehde Meidao pediu fez uso da palavra para rebater as críticas feitas a ele e aos demais vereadores que tiveram seus opiniões interpretadas “erroneamente” a respeito das sacolinhas plásticas dos supermercados.
O presidente da Câmara entende que, se o estabelecimento vende uma mercadoria, tem que ao mesmo tempo, que dar a condição para o consumidor ter como carregar a compra para fora do mercado e até sua residência. “Em uma rede de supermercados da cidade, as sacolinhas são vendidas à R$ 0,59, para o rico, não é caro, mas para o pobre sim. Em nenhum momento falamos em voltar as sacolinhas plásticas, e sim, que os supermercado entregassem gratuitamente esta que esta sendo comercializada”, esclarece.
Para provar que as intenções dos vereadores foram mal interpretadas, Meidão relembra o projeto de lei nº98/2012, Art1º “Ficam os supermercados, hipermercados e estabelecimentos congêneres, obrigados a fornecer gratuitamente aos seus consumidores,embalagens apropriadas, adequadas e compatíveis com os produtos adquiridos,visando o acondicionamento e transporte das mercadores”; Art 2º
“Na hipótese das embalagens colocadas à disposição dos consumidores tratar-se de sacolas plásticas, de qualquer tipo e origem, estas deverão atender ao contido nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), bem como à legislação municipal pertinente”.
Em resposta ao secretário do meio ambiente, Gustavo Gallo que afirmou que a intenção dos vereadores seria retrógrada, Meidão dispara: “O nosso projeto fala de sacolas plásticas de graça, não de meio ambiente. O secretario do Meio Ambiente deve cuidar do meio ambiente, e não criticar a câmara”, finaliza. Luciana Tambuque

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