Roubo de carga leva cinco pessoas para cadeia

Cinco pessoas foram presas por roubo a veículos de carga na Vila Botelho, distrito de Santa Adélia, ontem de manhã.

 

As polícias Militar de Pindorama e Civil de Santa Adélia desmantelaram a quadrilha após serem acionadas pela seguradora da carga que perdeu o sinal de rastreamento via satélite por volta das 4h30, quando o caminhão estava em um posto de combustível no km 215 da rodovia Deputado Cunha Bueno, em Jaboticabal.

 

Mesmo sem o sinal do rastreador bloqueado por equipamento chamado “chupa cabra”, o caminhão voltou a ser monitorado porque possui um localizador. A indicação é de que o veículo estaria, às 5h57, no km 345 da Washington Luís.
Uma aeronave de pequeno porte foi alugada pela seguradora para verificar o posicionamento do veículo. A carga roubada, cerca de 18 toneladas, entre eletroeletrônicos, pneus roupase material de escritório, produtos de higiene e limpeza, está avaliada em R$ 1,4 milhão. O veículo vinha de São Paulo com destino a São Luís (MA).

 

A polícia chegou até o galpão da empresa Transanter através de denúncia anônima. A mercadoria estava sendo descarregada por José Rosa Pires, 41 anos, Antonio Vicente Maciel Júnior, 27, Jean Carlos Rosa dos Santos, 32, e Cristiano da Silva, 37, além do motorista, que alegou ter sido rendido pela quadrilha. Todos foram encaminhados para a delegacia de Santa Adélia, presos e transferidos para a cadeia de Novo Horizonte.

 

Eles responderão pelos crimes de roubo, receptação e associação criminosa. Uma mulher, que não teve o nome divulgado e que trabalhava no galpão, foi ouvida e liberada.

 

“Os cinco indivíduos tentaram a fuga, mas foram presos em flagrante, inclusive um deles se escondeu atrás de uma lona, pendurado próximo ao teto do galpão”, contou o capitão Adriano Alves Borges Azevedo. No galpão havia ainda outro caminhão vazio e diversas mercadorias, que deverão ter a procedência investigada.
O delegado Márcio Acácio Seguesse informou que as investigações prosseguem para localizar outras posssíveis vítimas que sejam donas de produtos que estavam no local e para definir a participação ou não do proprietário do galpão, que alugaria o local. Ele não foi localizado ontem. “Crime de roubo de carga é comum na região, mas ter a base da receptação, o galpão que abriga os produtos não é”, disse o delegado.

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