Ricardo Franco quase absolveu um homem, que matou a esposa com seis facadas em Fernandópolis.

Há um adágio no mundo jurídico para os advogados mais experientes são joias raras, vinhos raros, que com o passar do tempo só melhoram.

A evidência do entendimento popular mostrou ao advogado Ricardo Franco de Almeida que o tempo transforme-o cada dia melhor na profissão. Um discurso direto e com bom português juridico quase livrou um homem que matou a esposa. No julgamento deste terça-feira,25 em Fernandópolis, não conseguiu livrar da condenação Neuracir José, a 40 anos de prisão, por ter matado a esposa com sete facadas. Por quatro votos a três, Franco perdeu, mas quase convenveu os jurados da inocência dele.
É a sensação de lutar e conseguir a liberdade de um ser humano é inenarrável. Não sou hipócrita e não acredito em vida sem liberdade. Não defenso o crime, mas a pessoa” disse depois do julgamento que terminou depois das 217h30.
O crime – Neuracir foi denunciado por incurso nas penas do artigo 121, § 2º, inciso I (motivo torpe), IV (recurso que dificultou a defesa) e VI (feminicídio), c.c. o parágrafo 2º-A, inciso I (violência doméstica e familiar) e § 7º, inciso II (vítima maior de 60 anos), todos do Código Penal,porque no dia 5 de setembro do ano passado, por volta das 20h00min, na residência situada na Rua Alexandre Murari, nº 301,bairro Rosa Amarela, em Fernandópolis, agiu com intenção de matar, por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, utilizando-se de uma faca, com cabo branco e lâmina de 15 centímetros, desferiu seis golpes contra sua ex-esposa Aparecida Marques de Souza José, maior de 60 anos de idade, atingindo-a quatro vezes no tórax e duas no abdômen, provocando-lhe a morte por anemia aguda/choque volêmico, conforme laudo de exame necroscópico .A denúncia foi recebida no dia 29 de setembro de 2015 A defesa pediu a desclassificação do fato para o crime de homicídio simples, por entender inexistir, na ocasião, recurso que dificultou a defesa da vítima ou mesmo ter sido o crime motivado por motivo torpe .O réu foi pronunciado no artigo 121, § 2º,inciso I (motivo torpe), IV (recurso que dificultou a defesa) e VI (feminicídio), c.c. o parágafo 2º-A, inciso I (violência doméstica e familiar) e § 7º, inciso II (vítima maior de 60 anos), todos do Código Penal Franco informou que vai propor apelação ao Tribunal de Justiça. Ethos

0 Comentários

Deixe um Comentário

Login

Bem vindo! Faça login na sua conta

Lembre de mim Perdeu sua senha?

Lost Password