Reincidência de menor é de 10% na cidade

Neste ano, há 35 jovens que estão em Liberdade Assistida e 33 cumprem Prestação de Serviços à Comunidade no município

O Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) é quem faz o acompanhamento dos menores infratores. De acordo com o órgão, o índice de reincidência dos assistidos em Votuporanga é de aproximadamente 10%.

De acordo com o Creas, no ano passado, 102 adolescentes cumpriam medidas socioeducativas, sendo que 70 eram em Liberdade Assistida e 32 de Prestação de Serviços à Comunidade. Já neste ano, 35 estão em Liberdade Assistida e 33 cumprem Prestação de Serviços à Comunidade, totalizando 68.

“Houve uma diminuição da aplicabilidade de medidas socioeducativas em meio aberto, pelo Poder Judiciário, de 2014 até maio de 2015, principalmente a Prestação de Serviços à Comunidade”, informou o Creas.

No Creas, os adolescentes que cumprem Liberdade Assistida têm frequência semanal e participam de atendimentos individuais e em grupos socioeducativos, atividades culturais e lúdicas ofertadas pela unidade. São ações que refletem sobre o cotidiano de vida de cada um deles além da promoção de novas perspectivas.

Para os menores que cumprem Prestação de Serviços à Comunidade, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social tem parceria com nove entidades do município para onde são encaminhados a fim de prestar serviços que não os coloquem em situações vexatórias, pois a finalidade da medida é despertar nos mesmos valores de solidariedade, oportunizar vivências de trabalho, relações humanas e desenvolvimento de aptidões que se materializem na construção de projetos de vida que superem a prática de outros atos infracionais.

A equipe do Creas, responsável por dar suporte ao cumprimento das medidas socioeducativas em meio aberto, é composta por recepcionista, auxiliar administrativo, serviços gerais, motorista, estagiário, o assessor jurídico, duas assistentes sociais e uma educadora social que acompanham diretamente os jovens. Estas têm a função de promover socialmente o adolescente e sua família; supervisionar a frequência e o aproveitamento escolar, promovendo inclusive sua matrícula e diligenciar no sentido da profissionalização do adolescente e de sua inserção no mercado de trabalho. Leidiane Sabino/A Cidade

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