Radares fixos estão em 11 pontos de Votuporanga

A fiscalização eletrônica aumentou em Votuporanga recentemente. O município tem agora 11 pontos fixos de radares. Além dos aparelhos instalados nas ruas e avenidas, há uma semana o equipamento móvel começou a funcionar na cidade, por meio do programa Atividade Delegada.

Os radares fixos estão nas ruas e avenidas consideradas mais movimentadas da cidade. Nas vias arterias (eixos binários, avenidas e nas marginais, a velocidade máxima permitida é 50 km/h). Nas demais ruas – consideradas vias locais – a máxima permitida é 40 km/h. (Veja quadro ao lado).

O secretário de Trânsito, Transporte e Segurança de Votuporanga, Alberto Casali, classifica como “positiva”a fiscalização eletrônica. “Ouvi muita gente dizendo que houve melhora com relação à velocidade, principalmente nos eixos binários. Os motoristas estão andando mais devagar”, disse.

Casali afirmou que aparelhos fixos já flagraram carros a 78 km/h. “A velocidade de 60 a 65 km/h era costumeira na cidade. Nos eixos binários, chegou a 80 km/h”, contou.

Para ele, com os radares, em breve, o votuporanguense andará de acordo com o código de trânsito. “Como colocamos no site da Prefeitura uma lista com as possíveis localizações dos radares móveis, o motorista nunca sabe exatamente onde o equipamento está e qual o horário. o condutor está colocando o pé “no freio”. Eles irão se habituar com a fiscalização eletrônica com o tempo”.

Localização

O equipamento móvel fiscaliza os eixos binários: nas ruas Bahia; Minas Gerais; Rio de Janeiro; Paraíba; das Bandeiras; General Osório; das Américas; Tibagi e Itacolomi. A velocidade é de 50 km/h.

A partir da próxima semana, mais 10 ruas serão sinalizadas com placas para receber o aparelho. “Algumas ruas terão velocidade de 40 km/h como a Alagoas, Catequistas, outras dos bairros Parque das Nações e Pozzobon”.

Horário

O secretário disse ainda que os policiais da Atividade Delegada atuam de segunda- feira a sábados, datas em que o radar móvel pode ser acionado na cidade.

Entretanto, Casali afirmou que a Polícia Militar e agentes da Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar (Dejem) também usam o equipamento móvel.

 

Chuva

Questionado pelo Diário se o radar móvel funciona em dias de chuva, Alberto Casali disse que o aparelho tem proteção para evitar que entre em contato com a água. “Não é a chuva que vai inibir o radar, entretanto fica um pouco mais difícil de operar”.

 

Flagrantes

Casali disse ainda que o aparelho flagra 500 metros em linha reta a partir da localização do policial militar. “O equipamento calcula a velocidade, a partir desta distância. Quando passa em frente ao agente, é disparada a foto, que pode comprovar a falta de cinto de segurança e uso de celular. Mas, o profissional não precisa necessariamente do radar, para fazer isso”.

Para ele, a única maneira de coibir excesso de velocidade é o radar móvel. “Não temos condições de implantar lombadas em todos os locais, porque inviabilizaria o trânsito. Quem não abusa da velocidade, não precisa ter medo da fiscalização”.

 

Andressa Aoki
andressa.aoki@diariodaregiao.com.br

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