Quase dois anos desaparecido, família de candidato a vereador de Parisi não perde as esperanças de encontrá-lo

Um ano e nove meses depois, a família de Maurício Carlos Rodrigues Bordin, morador de Parisi, segue em busca de respostas e mantém a esperança de uma solução para o seu desaparecimento, que aconteceu em agosto de 2012.

 

 

Até hoje, a polícia tem poucas pistas sobre o que realmente aconteceu com o homem, que sumiu na época em que era candidato a vereador naquele município. 

 

 

 

Mesmo desaparecido, Bordin concorreu às eleições e atingiu vaga de suplente. Tanto tempo depois, todas as tentativas da polícia em solucionar o caso se mostraram inconclusivas. Na última delas, o corpo de uma pessoa, enterrada como indigente em São Paulo na mesma época do desaparecimento de Maurício, virou foco da investigação.
Há cerca de três meses foi feito um exame de DNA. Em contato com a reportagem do jornal A Cidade, a irmã do desaparecido, Marli de Fátima Bordin, afirmou que os investigadores explicaram que o resultado pode demorar até um ano para ser divulgado, mas que, como na capital há muitos casos de pessoas enterradas sem identificação, as chances de tratar-se de Maurício são muito pequenas.
Marli conta que, desde o desaparecimento, foram várias as tentativas e buscas por pistas. Ela foi pessoalmente até Nhandeara e a São José do Rio Preto para fazer o reconhecimento em cadáveres encontrados nas cidades, mas sem sucesso. Sem ideia do paradeiro de Maurício, Marli diz que o desespero em busca de respostas não cessa, assim como a esperança de que haja um desfecho para o caso.
“Em datas especiais como o Dia das Mães, Natal e aniversários, principalmente, o sentimento é de muita tristeza. Fica esse vazio de não saber o que aconteceu com ele. A gente procura ficar sereno. Mas independente de qualquer coisa que ele tenha sido vítima, nós não desistiremos”, afirmou.

O caso
Maurício desapareceu em 15 de agosto de 2012. De acordo com informações de próprios familiares, na época do desaparecimento, Bordin foi visto pela última vez em um posto de gasolina, em Parisi, abastecendo a própria moto. Depois, nunca mais foi localizado.
No dia seguinte, a família procurou a Polícia Militar e registrou um boletim de ocorrência de desaparecimento. O caso foi encaminhado à Delegacia de Investigações Gerais de Votuporanga, que assumiu os trabalhos.
Quinze dias após o desaparecimento, um popular encontrou a carteira de habilitação e o título de eleitor da vítima, em uma calçada na avenida Francisco Bueno Baesa, na Zona Sul da cidade. 
Na época, foram feitas buscas em Parisi e por bairros rurais de Votuporanga, Álvares Florence e Cosmorama. Qualquer informação sobre o caso pode ser transmitida à polícia, por meio do telefone 190 ou 34226616. Jociano Garofolo A Cidade

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