Procuradoria Geral de Justiça prorroga prisão de suspeitos detidos na Operação Fratelli

 

A Justiça de Fernandópolis prorrogou ontem, por mais cinco dias, a prisão dos suspeitos detidos na operação Fratelli, que deflagrou um esquema de fraudes em licitações em quase 80 prefeituras do noroeste paulista e outras regiões de São Paulo.

 

O prazo para prorrogar terminaria neste sábado (13).
Os 12 empresários e um servidor público foram presos na última terça-feira (9). A ação conjunta do Ministério Público Estadual e Federal e Polícia Federal cumpriu mais de 150 mandados de busca e apreensão no noroeste paulista e outras cidades do estado.

 

Na mira das promotorias e da polícia, donos de uma empreiteira de Votuporanga, suspeitos de comandar fraudes em licitações em pelo menos 80 prefeituras.

Segundo as investigações, eles teriam várias empresas no nome de laranjas para poder manipular as concorrências públicas, concorrendo entre si. 

O total de contratos fechados passaria de R$ 1 bilhão. Várias pessoas, entre elas ex-prefeitos, foram levadas para prestar depoimento no Ministério Público e depois liberadas.
Técnicos da Procuradoria Geral de Justiça estão avaliando o material apreendido durante a operação para encontrar mais indícios e outras provas que possam levar a outros envolvidos no esquema fraudulento, que para os promotores era muito bem montado.
Os 13 presos durante a operação estão no CDP, Centro de Detenção Provisória de Rio Preto, e parte deles já foi ouvida pelos promotores do caso.

 

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