Procon locale atende mais de 3,6 mil pessoas no primeiro semestre de 2015

A diretora Andrea Thomé, disse que 1368 solicitações são de serviços essenciais e 812 de assuntos financeiros

A Secretaria Municipal da Cidade realizou o balanço dos primeiros seis meses do ano em audiência pública na tarde de ontem. Um dos setores da pasta, o Procon, representado pela diretora Andrea Thomé, apresentou 3650 atendimentos, sendo 1368 de serviços essenciais e 812 de assuntos financeiros.

Ela contou que os atendimentos mais reclamados de serviços essenciais estão ligados a telefonia. “Na telefonia móvel, a maioria das reclamações é por envio de faturas mesmo após cancelamento, planos enganosos, entre outros. Já na fixa, as solicitações são sobre o não cumprimento de promessas de contrato e com relação a internet”, disse.

Já sobre assuntos financeiros, podem ser classificados como atendimentos em geral, problemas com cartão de crédito e banco comercial.

Ouvidoria

A ouvidora municipal, Fabiana Lopes de Almeida, também apresentou os dados da Ouvidoria da Prefeitura durante a audiência. Foram 970 reclamações cadastradas pelo setor.

“De 970 assuntos, cerca de 39% tem a ver com a higiene do cidadão, se a pessoa cuidasse mais dos terrenos, mantivesse o quintal limpo, esse percentual de atendimento poderia ser menor. Precisamos melhorar muito, porém a população também precisa colaborar”, contou.

De acordo com um levantamento, moradores do bairro Patrimônio Velho foram os que mais reclamaram. “Também fizemos uma análise dos quatro setores da cidade e percebemos que há um equilíbrio das reclamações, que não há uma área mais beneficiada que a outra”, disse Fabiana.

Sobre o índice de resolutividade das reclamações, o órgão teve 95% de casos solucionados. “Das 970 solicitações, 926 foram respondidas. Outro fator que estamos verificando é que nossos números maiores são no primeiro semestre, principalmente nos primeiros três meses, por causa das chuvas, e pelo recebimento dos carnes de IPTU, onde as pessoas se sentem mais sensíveis e com direito de reclamar”, contou. Isabela Jardinetti/A Cidade

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