Prefeitura oferece aulas gratuitas de futebol

Inscrições para projeto Virando o Jogo estão abertas para crianças e adolescentes entre sete e 17 anos

A Prefeitura de Votuporanga mantém, há dois anos, o projeto “Virando o Jogo”. A iniciativa oferece aulas de futebol gratuitas em três locais diferentes, atendendo centenas de crianças e adolescentes na faixa etária de sete a 17 anos.

Para a temporada deste ano, as inscrições estão abertas. Os interessados devem fazer o cadastro antes das aulas, que acontecem no Complexo Esportivo “Mário Covas”, “Faes Habimorad” (Ferroviária) e Centro Social Urbano (CSU) “Jane Maria de Lacerda Soares”.

As atividades no Complexo Esportivo “Mário Covas” e “Faes Habimorad” (Ferroviária) já tiveram início. As aulas acontecem de terça a sexta-feira, das 9 às 10h30 e das 16h às 18h30 no Mário Covas. Na Ferroviária, os treinos são de segunda a quinta das 8h30 às 10h30 e das 15h30 até as 18h30.

No CSU, o projeto retoma na próxima segunda-feira (22) com aulas de segunda, quarta e sexta-feira, das 15h às 16h30 e de terça e quinta-feira, das 9h às 10h30. A Secretaria de Esporte e Lazer de Votuporanga faz a triagem de acordo com o endereço do aluno e a faixa etária.

Por meio do “Virando o Jogo”, muitas crianças são estimuladas à prática do futebol e podem um dia chegar a uma competição ou ao uma grande equipe.  O coordenador do programa, Kléber Magalhães, contou que a iniciativa contribui para garimpar talentos. “A Secretaria de Esporte e Lazer busca garotos para disputar vários campeonatos, como estadual, Juventude, Regionais e Abertos. Estas competições são como vitrine e podem atrair olheiros de grandes times brasileiros”, disse.

O programa já rendeu bons resultados. No ano passado, a equipe ficou entre as oito melhores nos Jogos Abertos. Em 2014, o município ficou em quarto lugar nos Jogos Regionais, em Jales.

“Virando o Jogo” tem a parceria com Proerd e Conselho Tutelar. De acordo com o secretário de Esporte e Lazer, José Ricardo Rodrigues da Cunha, o objetivo do Virando o Jogo é tirar crianças do ócio e possibilitar seu acesso ao esporte e lazer, afastando-as de problemas sociais e garantindo que elas tenham um futuro melhor. “Além da prática do esporte em si, o foco está na inclusão e transformação social”, afirmou. Em 2015, cerca de 500 crianças foram atendidas.

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