“Poltergeist – O Fenômeno” estreia nesta quinta

Mais um clássico presente na memória afetiva de quem foi criança ou adolescente nos anos 1980 volta às salas de cinema repaginado, uma semana depois de “Mad Max – Estrada da Fúria”. Desta vez, a produção que entra em cartaz é o terror paranormal “Poltergeist – O Fenômeno”, sobre uma família comum que se muda para uma casa assombrada por forças do mal.

Enquanto o filme original, de 1982, foi escrito e produzido pelo mestre Steven Spielberg, e a direção deixada a cargo de Tobe Hooper, a reedição é dirigida por Gil Kenan (A Casa Monstro, de 2006), com produção do lendário cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha”, “A Morte do Demônio” e “O Grito”).

Na história, que se mantém cheia de sustos e medos, como na original, forças sobrenaturais partem para ataques cada vez mais agressivos e capturam a filha mais nova do casal. Então, a família se envolve em uma árdua batalha para trazê-la de volta em segurança, antes que desapareça para sempre. Vale observar que o palhaço que tanto aterrorizou no “Poltergeist” de 1982 retorna na versão nova.

O elenco tem Sam Rockwell (“Lunar”) e Rosemarie DeWitt (“O Casamento de Rachel”) no papel dos pais Eric e Amy Bowen. Jared Harris (“Mad Men”) interpreta Carrigan Burke, especialista em fenômenos paranormais que virou personalidade de reality TV. Jane Adams (“Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”) interpreta uma professora de psicologia paranormal.

O elenco também conta com o talento dos novatos Saxon Sharbino, Kyle Catlett e Kennedi Clements, que interpretam os filhos do casal Bowen: Kendra, Griffin e Madison, respectivamente. Segundo a distribuidora Fox, o novo “Poltergeist” atualiza a perspectiva, o lugar e os personagens da história. Diferentemente do original, lançado durante a confortável era econômica da década de 1980, o filme acontece no ideal americano falido que está rapidamente desaparecendo, conhecido como subúrbio.

O cenário da família Bowen é uma comunidade padronizada com casas de três quartos em mau estado, pátios abandonados e cercas de corrente em um bairro de Illinois, o que sugere ao público que a vida no subúrbio americano às vezes pode ser bem distante do conforto e da segurança.

Ainda conforme a distribuidora, o roteiro (do escritor David Lindsay-Abaire, ganhador do prêmio Pulitzer) acrescenta a ideia de que nossa própria natureza desconectada e unidades familiares falidas nos deixam mais à mercê dos caprichos do sobrenatural, ou seja, os terrores não são somente porque a casa nova foi construída em cima de um cemitério.

As crianças são as primeiras a perceber que existe algo de errado com a casa, antes mesmo de os Bowens concluírem a compra. Griffin, irmão do meio, vê sua irmã caçula conversando com algo invisível, que depois será o armário do quarto dela. Quando a família se muda, o cenário está pronto para a descoberta de forças de um outro mundo. Graziela Delalibera/Diário da Região

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